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Bolsonaro Chega ao Brasil: “meia duzia de gatos pigados”

Jornalista da CNN debocha do fracasso de público que aguardava Bolsonaro no Brasil: “Meia dúzia de gato pingado”.

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Abelhas nativas são mais sensíveis a agrotóxico que espécie usada em testes para aprovação de produtos

Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – As abelhas nativas uruçu nordestina (Melipona scutellaris), jataí (Tetragonisca angustula) e mandaguari (Scaptotrigona postica) são mais sensíveis ao agrotóxico tiametoxam (TMX) do que a Apis mellifera – espécie com ferrão introduzida no país e adotada como modelo para testes toxicológicos para aprovação de defensivos agrícolas.

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Foi o que mostrou um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp). Ao avaliar, pela primeira vez, o impacto do TMX nas três espécies nativas e sem ferrão, o estudo oferece subsídios para a elaboração de políticas públicas voltadas à proteção de insetos polinizadores no Brasil. A redução das populações de abelhas, além de ser um problema ambiental grave, tem repercussões negativas na produtividade agrícola.

“O Brasil possui mais de 2 mil espécies de abelhas. Entre as sem ferrão são quase 500 espécies. É uma diversidade enorme. É claro que não dá para fazer teste toxicológico em todas elas e com todos os agrotóxicos, mas é preciso selecionar algumas espécies, além da Apis mellifera, para entender como é possível criar uma configuração melhor para a proteção desses insetos no país”, afirma Osmar Malaspina, professor do Instituto de Biociências da Unesp em Rio Claro e coordenador do Grupo de Pesquisa em Ecotoxicologia e Conservação de Abelhas (Leca) e do Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento de Métodos para Testes de Toxicidade em Abelhas Nativas Brasileiras junto à Comissão Internacional para as Relações Planta-Polinizador (ICPPR, na sigla em inglês).

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O estudo, apoiado pela FAPESP e divulgado na revista Environmental Pollution, integra um projeto maior, cujo objetivo é ampliar o entendimento sobre o impacto do uso de agrotóxicos na população de abelhas nativas sem ferrão (também chamadas de abelhas indígenas) e embasar a criação de novos protocolos e leis relacionados ao uso de defensivos agrícolas no país.

Isso porque, atualmente, os ensaios toxicológicos que integram a avaliação de risco de agrotóxicos seguem as diretrizes estabelecidas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e praticamente se restringem à espécie A. mellifera como modelo biológico. No entanto, o debate sobre a necessidade de reavaliação do risco ambiental de agrotóxicos tem crescido nas últimas décadas, sobretudo em regiões tropicais e subtropicais, onde há maior diversidade de espécies de abelhas.

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“As abelhas sem ferrão são altamente afetadas por agrotóxicos, mas os testes costumam ser feitos apenas com a A. mellifera, que é uma espécie com ferrão que foi introduzida no Brasil. É uma espécie de origem europeia”, explica Roberta Cornélio Ferreira Nocelli, professora do Centro de Ciências Agrárias da UFSCar em Araras, coordenadora do Grupo de Trabalho para o Desenvolvimento de Métodos para Testes de Toxicidade em Abelhas Nativas Brasileiras junto à ICPPR.

No estudo recentemente publicado, os pesquisadores realizaram uma curva de sensibilidade para comparar o impacto do agrotóxico em diferentes cenários, além de avaliar a sensibilidade ao TMX por grama de abelha, já que o tamanho varia entre as espécies.

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“Os resultados mostraram que a A. mellifera é mais tolerante ao TMX que as três espécies de abelhas sem ferrão em todos os cenários que avaliamos. Como criamos uma curva de sensibilidade é possível analisar diferentes cenários também, pois levamos em consideração o peso da abelha e outros parâmetros relacionados ao consumo do agrotóxico. Isso porque existem algumas diferenças na toxicidade quando se leva em consideração só o consumo ou o consumo e o peso”, explica Ana Paula Salomé Lourencetti, primeira autora do artigo.

Dessa forma, em relação à concentração letal média determinada para as três espécies de abelhas sem ferrão, o TMX se mostrou mais nocivo para a uruçu, seguida por jataí, mandaguari e por último a A. mellifera. Já a análise da dose letal média e levando em consideração o peso das abelhas (dose por micrograma), M. scutellaris foi a mais sensível, seguida da S. posticaT. angustula e A. mellifera. Nas análises de dose letal média sem levar em consideração o peso das abelhas, a T. angustula foi a mais sensível, seguida da M. scutellarisS. postica e A. mellifera.

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“Os resultados do trabalho mostram que, para algumas espécies, a A. mellifera pode ser considerada um bom parâmetro, mas para outras, não. Portanto, é um indicativo de que precisamos avaliar com mais cuidado os testes de toxicidade que visam a liberação de agrotóxicos, pois eles não estão sendo 100% eficientes para proteger as abelhas nativas brasileiras”, afirma Nocelli.

Políticas públicas

Estudos anteriores já haviam demonstrado que a sensibilidade das abelhas aos pesticidas varia de acordo com tamanho, ciclos de vida, metabolismo, comportamentos, biologia e rotas de exposição. Por isso, ressaltam os pesquisadores, a extrapolação de dados de toxicidade referentes à A. mellifera para outras espécies de abelhas de comportamento social e solitário tem sido questionada há anos.

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Já em relação às abelhas sem ferrão, além dessas questões que conferem maior sensibilidade, o risco se dá por serem espécies abundantes em lavouras e extremamente expostas a pesticidas.

Por esses motivos, o grupo de pesquisadores está desenvolvendo um novo protocolo (em processo de padronização) para abelhas sem ferrão, em que constam possíveis modelos biológicos para o processo de avaliação de risco ambiental. O trabalho, coordenado pelos pesquisadores e financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), tem o intuito de ampliar os testes toxicológicos em um maior número de espécies de abelhas para subsidiar a aprovação e a renovação de registro de defensivos agrícolas.

“O Ibama [Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis] tem um sistema de avaliação de risco que é único para abelhas na América Latina. Porém, ele é muito similar ao adotado na Europa e nos Estados Unidos para registro de agrotóxicos. Por isso, estamos fazendo um trabalho conjunto com órgãos ambientais para a criação de um protocolo que abranja testes de toxicidade em abelhas nativas sem ferrão. A política pública tem de estar baseada em um protocolo padronizado e isso nós não tínhamos ainda para as espécies nativas”, afirma Nocelli.

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A pesquisadora explica que, atualmente, além da A. mellifera, existe um protocolo para outras três espécies (Bombus terrestresOsmia cornuta e Osmia lignaria). “Porém, essas também são do hemisfério Norte. Das três espécies contempladas nos protocolos, nenhuma é nativa do Brasil. E um dos grandes questionamentos nossos é se esses testes realizados com a A. mellifera garantem a segurança para as nossas abelhas”, afirma.

A iniciativa de desenvolver novos protocolos que considerem espécies nativas é pioneira na América Latina. “Trata-se de um problema complexo e que precisa ser resolvido. Nesse caso o Brasil está na vanguarda. Até mesmo a legislação que exige o teste com a A. mellifera é a única na América do Sul. Só existe isso nos Estados Unidos e na Europa. Agora é preciso avançar nessa questão das abelhas nativas sem ferrão, até porque a maioria dessas espécies é nativa, não existe no hemisfério Norte. É um interesse nosso, pois elas são extremamente importantes em termos de polinização. Precisamos de legislação que as proteja”, ressalta Malaspina.

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O artigo Surrogate species in pesticide risk assessments: Toxicological data of three stingless bees species pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0269749122020577?via%3Dihub.

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Pesquisa aponta que o Ceará é o estado com os melhores preços de frutas, verduras e legumes no Brasil

Nova pesquisa da Price Survey mostra que produtos que mais sofreram oscilações de valores foram as bananas nanica e prata e a abobrinha italiana

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Uma nova pesquisa da Price Survey, empresa mineira considerada a “Uber das pesquisas de mercado”, registrou variações acima de 55% nos preços de frutas, verduras e legumes no Brasil em diversas localidades do país.

Foram avaliados três estados, com um total de oito cidades: Fortaleza e Eusébio, no Ceará; Rio de Janeiro/RJ; e Bauru, Itapetinga, Jundiaí, Marília e Orlândia, em São Paulo. A pesquisa foi realizada entre abril de 2022 e janeiro de 2023 e registrou um grande disparate de preços: enquanto consumidores paulistas pagam R$ 7,79 pelo quilo da banana nanica, por exemplo, os cearenses desembolsam R$ 3,24 pelo mesmo produto.

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Segundo o levantamento, o Ceará foi o estado com os melhores preços para o bolso do consumidor, em detrimento do restante do país. Comprar frutas, verduras e legumes por lá saiu 30,15% mais em conta do que nos demais municípios avaliados, sendo que Eusébio foi a cidade mais barata, com uma média dos produtos na faixa de R$ 5,77.

Por sua vez, em Marília/SP, quem gosta de comer frutas e verduras tem que andar com o bolso preparado, afinal, o município recebeu o título de “mais careiro” nesses alimentos, com uma média de R$ 11,95 nos itens de hortifruti. Em geral, em todas as cidades de São Paulo observadas houve uma variação de 5% nos preços finais ao consumidor.

Os produtos que apresentaram variações de preço acima de 55%, no quilo, entre os três estados pesquisados foram: abobrinha italiana (61,40%); banana nanica (58,41%); e banana prata (57,85%). No caso da abobrinha italiana, no estado de São Paulo, ela estava sendo comercializada por R$ 5,16; no Rio de Janeiro, R$ 4,99; e, no Ceará, por R$ 1,99.

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Em São Paulo, os consumidores de banana nanica tinham que pagar R$ 7,79 pelo quilo da fruta, sendo que no Ceará o valor era de R$ 3,24. No Rio, de R$ 7,22. Por fim, no caso da banana prata, enquanto os cearenses desembolsavam R$ 3,99, os paulistas tinham que pagar R$ 9,47; e, os cariocas, R$ 9,44.

Os produtos pesquisados pela Price Survey, no levantamento, foram: abacate; abacaxi pérola; abóbora leite; abobrinha italiana; alface americana e crespa; alho; ameixa importada; banana nanica e prata; batata branca, comum e doce rosada; berinjela; caqui importado e ramaforte; cebola; cebolinha; cenoura; chuchu; coco verde; coentro maço; goma fresca pinheiro; kiwi importado gold e kiwi importado a granel; laranja importada; pera; limão tahiti; maçã fuji; maçã gala; maçã red importada; mamão formosa e papaya; manga palmer nacional e tommy; maracujá azedo; massa tapioca Da Terrinha; melancia; melão amarelo nacional e amarelo rei; morango bandeja 250g; ovo branco grande com 20 unidades; e ovo caipira vermelho com 10 unidades.

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A Price Survey realiza com frequência pesquisas que servem como diagnóstico para o mercado. Na visão de Flávio Adriano de Barros, gerente executivo da Rede Pérola Supermercados, esse trabalho é muito importante tanto para quem compra quanto para quem vende, já que, com esse tipo de ação, é possível promover uma melhor imagem na percepção de preço. “Consolidando cada vez mais essa experiência, atendemos uma necessidade do público ante um cenário econômico incerto e uma renda com menos poder de compra”.

Ele conta que, para a Rede Pérola, o aplicativo ajuda na tomada de decisões dos preços. “A ferramenta é uma parceira estratégica de ampliação de nosso share [fatia de mercado] e nas decisões de princing [precificação]. Munidos de dados, melhoramos margem, rentabilidade, gestão de mix e nos posicionamos frente à concorrência no propósito de blindar nosso espaço no mercado”.

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Tecnologia

A possibilidade de realizar uma pesquisa de forma totalmente eletrônica vem caindo no gosto das empresas que pretendem ter um diagnóstico rápido sobre os seus produtos e o posicionamento da marca. Harlen Duque, CEO da Sucesu Nacional, fundador da Wblio e especialista no mercado de transformação digital, acredita que as pesquisas de mercado como essa no setor de hortifrutis, da Price Survey, podem ajudar as empresas no momento de adequar os valores de produtos aos valores praticados no mercado. E os levantamentos on-line se mostram ainda mais eficientes, porque não dependem do que há de mais caro em uma coleta de dados, por exemplo, pessoas e telefonia. “Assim, o custo de um estudo chega a ser bem mais barato e a empresa pode otimizar seu orçamento e fazer mais entrevistas pagando menos e com canais de comunicação que ligam os entrevistadores a consumidores de todo o país”.

Outra vantagem desse tipo de pesquisa são os filtros de segmentação, em que é possível escolher os perfis mais apropriados para participar do levantamento, além da possibilidade de ter os resultados da coleta de dados em tempo real, não sendo mais necessário esperar a pesquisa terminar para ter os primeiros insights.

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Lançado em 2017, o App Price Survey de pesquisa de mercado e promoção conta hoje com 250 mil downloads. Segundo Maycon Andrade, fundador e atual CEO da Price Survey, o que a startup oferece representa uma economia de até 70% para as indústrias e varejo.

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Ambiente tem papel importante na evolução de espécies de golfinhos e baleias, apontam resultados inéditos

O conjunto de fatores que determina o tamanho ideal de golfinhos, baleias azuis e outras espécies de cetáceos é muito mais dinâmico do que os cientistas acreditavam ser, segundo uma pesquisa publicada no periódico “Current Biology” nesta terça-feira (28). As paisagens adaptativas – ou seja,  o conjunto de relações entre características de uma espécie e seus efeitos na reprodução e sobrevivência dessa espécie –, são muito diferentes do esperado pelos pesquisadores, que reuniram dados de mais de 3 mil indivíduos de 345 espécies de cetáceos. 

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Este foi o primeiro estudo que usou uma grande quantidade de dados de fósseis, além de espécies viventes, para estimar o tamanho de cetáceos ao longo da evolução do grupo. A pesquisa foi co-liderada por um brasileiro no Museu de História Natural de Londres, na Inglaterra. 

Os cientistas partiram da dúvida sobre porque existe tanta variação de tamanho dentro do grupo dos cetáceos, que inclui desde golfinhos até as baleias azuis, ao longo de sua evolução. Normalmente, o conceito de paisagens adaptativas é utilizado em pequenas escalas de tempo, mas a equipe aplicou para uma escala de 53 milhões de anos, quando os cetáceos se originaram, e se surpreendeu com o resultado. O esperado era que as análises mostrassem dois picos adaptativos (que representam os tamanhos ideais), um para tamanhos grandes e outro para tamanhos considerados pequenos, mas eles encontraram uma série de diferentes tamanhos considerados ideais para diferentes grupos dentro dos cetáceos. Não há um tamanho considerado ótimo para todos os golfinhos e um para as baleias, por exemplo.

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“A evolução de tamanho corporal em cetáceos é muito mais difusa e dinâmica”, afirma Gustavo Burin, pós-doutorando do Museu e um dos autores do artigo. “Existe um tamanho ideal baseado em alguns contextos que muda conforme esse contexto muda”, explica o pesquisador. No início, os cetáceos eram animais terrestres e, quando ocuparam o ambiente marítimo, seus tamanhos mudaram. Uma das hipóteses é de que na água haveria menos competição por alimento e menos predadores para os cetáceos. “É mais fácil ser gigante na água do que fora dela”, explica Burin.

A aplicação desse tipo de resultado é mais indireta, segundo o cientista. Mas as descobertas podem ajudar a entender o processo evolutivo dos animais e qual o papel de fatores sobre a evolução de algumas espécies. “Pode dar pistas para tentar entender como vai ser a resposta de organismos a mudanças climáticas futuras, por exemplo, como esses organismos respondem a mudanças ambientais em escala de tempo grande”, exemplifica Burin.

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Além de tentar fazer previsões, esse tipo de estudo pode auxiliar na reconstrução da história da evolução dos mamíferos marinhos, o que pode ajudar a entender melhor como a diversidade de espécies funciona e porque há tanta variação de tamanhos deste grupo dentro do ambiente aquático.

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Ramadã: saiba mais sobre o mês sagrado dos muçulmanos 

O jejum, que visa a piedade e autorreflexão, segue até o dia 21 de abril de 2023

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Os mais de 1,9 bilhão de muçulmanos do mundo inteiro já estão vivenciando o Ramadã: período de 29 ou 30 dias de jejum e orações, obrigatório para todos os considerados adultos na religião islâmica. Neste período, que começa com o avistar do nascer da lua crescente no céu – o que indica o início do nono mês do calendário islâmico (um calendário lunar que possui 354 ou 355 dias) -, os fiéis permanecerão, da alvorada ao pôr do sol, sem ingerir alimentos (incluindo água) ou manter relações conjugais, além de intensificar a ajuda ao próximo, as orações e a leitura do Alcorão.

Em 2023, a celebração teve início no dia 23 de março e segue até próximo de 21 de abril, isso porque as datas deste mês sagrado variam a cada ano, pois depende da visualização dos movimentos da lua. Para o islamismo, foi nesse mês que os primeiros versículos do Alcorão, a Escritura Sagrada dos muçulmanos, foram revelados por Deus (Allah) com intermédio do anjo Gabriel ao profeta Muhammad.

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São dispensados do jejum as crianças, as mulheres, em período menstrual, viajantes, pessoas com idade muito avançada ou aqueles que possuam doenças que se agravam com o jejum. Para esses, é possível cumprir o período em outro momento do ano, antes do próximo Ramadã. Caso o jejum seja impossível para os doentes crônicos ou idosos, a caridade deve substituir o jejum, mantendo a ação de alimentar uma pessoa necessitada duas vezes ao dia durante o mês do Ramadã. Dessa forma, o Ramadã combate também o orgulho e a avareza, além de promover a igualdade.

“O propósito do Ramadã é fortalecer ainda mais a relação dos muçulmanos com Deus, em gestos de sacrifício e abnegação, além de incentivar a união, a paciência e a compaixão entre as pessoas. É um período para finalizar as mágoas passadas e fazer as pazes com possíveis desafetos. Já para os mais jovens, receber a autorização dos pais para participar de seu primeiro Ramadã é uma honra ainda maior, pois significa que essa pessoa está sendo reconhecida como adulta perante à comunidade”, explica o Sheikh Yuri Youssef Ansare.

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O dia a dia no Ramadã: a primeira refeição do dia, chamada suhur, acontece na alvorada, por volta das 5h da manhã, e, após ela, vem a primeira oração, chamada de fajr. Inicia-se então o jejum.

Ao longo do dia, é comum que os muçulmanos se dirijam à mesquita, onde acontecem reflexões e leituras do Alcorão, além de outras orações diárias: Dhur (oração do meio-dia) e Asr (oração entre o meio-dia e o pôr do sol).

A quebra do jejum, chamada iftar, ocorre, após o término da oração do maghrib, que acontece ao pôr do sol. Essas refeições são momentos de fraternidade entre famílias e comunidades, pois costumam ser realizadas em coletivo.

Há ainda a última oração obrigatória do dia, a isha, realizada entre uma hora e meia após o maghrib e antes da meia noite.

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Ramadã para não muçulmanos

Ao contrário do que se pode pensar, não muçulmanos não precisam se sentir obrigados a jejuar com os muçulmanos com quem convivem, mas, se assim desejarem, serão bem-vindos. Isso também vale para participar do iftar e do Eid al-Fitr. O que deve ser obrigatório é o respeito para com os que estão realizando o jejum,não oferecendo comida, por exemplo.

Ramadã Mubarak é uma expressão que pode ser entendida como “Feliz Ramadã!” e não muçulmanos também podem usá-la para felicitar muçulmanos ao longo do mês de jejum.

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Eid al-Fitr: Após o último dia de jejum, assim que a lua crescente do mês seguinte for avistada ou completar-se 30 dias de Ramadan, chamada Shawwal, acontecem as festividades de Eid al-Fitr, quando as famílias e comunidades, em comemoração ao Ramadã abençoado, usarão suas melhores roupas e se reunirão para um grande banquete, comumente com trocas de presentes. Nessa festividade, após um mês inteiro de sacrifício, é um momento de desfrutar das bênçãos diárias: as casas e estabelecimentos muçulmanos costumam ser decorados com lanternas e é reservada também uma quantia de alimentos para ajudar aos necessitados, de acordo com as posses de cada um, para que eles também possam celebrar ao Ramadã.

A gastronomia do Ramadã

É comum que o jejum seja quebrado com tâmaras e água, da mesma forma como fez o profeta Muhammad. Na Arábia Saudita, por exemplo, uma das estrelas típicas é o Mugalgal, prato com carne de cordeiro picada, arroz e tomates, além do Debyazah, um doce feito de nozes, pistache, damascos amêndoas e figos.

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A ceia de Eid al-Fitr varia entre vários tipos de sopas, carnes, frutas, legumes e doces de acordo com o país, já que os muçulmanos estão presentes em todo o mundo.

Os cinco pilares: O jejum sagrado é apenas um dos cinco pilares da fé islâmica que guia os muçulmanos, sendo os outros:

– Shahada: Testemunhar que não existe outra divindade a não ser Allah (Deus) e Muhammad – que a paz e a benção de Deus estejam sobre ele – é seu servo e mensageiro.

– Salah: Rezar cinco vezes ao dia voltado à Meca.

– Zakat: Contribuição paga pelos ricos aos necessitados.

– Saum: É o jejum durante o mês do Ramadã;

– Hajj: Aqueles que possuem condições físicas e financeiras devem fazer a peregrinação a Meca, pelo menos uma vez na vida.

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MP anula licenças de complexo eólico que ameaça araras-azuis-de-lear na Bahia

Empreendimento está sendo construído na Caatinga baiana, uma região que abriga o principal refúgio dessas aves já em perigo de extinção

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Uma decisão emitida em conjunto pelo Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) determinou a nulidade das licenças expedidas para a construção de um complexo eólico em Canudos, na Bahia. O anúncio, que saiu no último dia 6, representa uma importante conquista para a luta de ativistas, ambientalistas e organizações civis que denunciam os impactos da obra para a sobrevivência das araras-azuis-de-lear. 

A decisão é fruto de uma ação civil pública movida pelo Ministério Público. Nela, o procurador e os promotores apontam que o processo foi “irregularmente emitido pelo INEMA, com prejuízo direto ao meio ambiente”. O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) é o órgão responsável pela concessão de licenças ambientais e autorização de obras. 

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“Equívocos grosseiros ocorrem por parte do órgão ambiental, afinal, se o processo de licenciamento não adotou o rito previsto para o empreendimento, não se pode falar em licença válida, ao contrário, a licença é nula de pleno direito”, aponta o documento emitido pelo MP. 

A notícia, aguardada há cerca de 2 anos, foi celebrada por grupos que se mobilizam em defesa das araras-azuis-de-lear. A espécie Anodorhynchus leari, que já é considerada em perigo de extinção na classificação da União Internacional para Conservação da Natureza (IUCN), tem o seu habitat e principal refúgio próximo à área onde o complexo será erguido.  

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Essas araras voam em pares e também em bandos. Por isso, caso sejam atingidas pelas turbinas eólicas do complexo, muitas podem morrer em um único evento de colisão. E, em pouco tempo, a população das leares seria drasticamente diminuída até a extinção. 

A jovem ativista formada em Auxiliar Veterinária, Náthaly Marcon, 20 anos, é uma das vozes em defesa das leares. Em conjunto com a Fundação Biodiversitas – que se dedica à conservação de espécies ameaçadas de extinção -, Náthaly mantém um abaixo-assinado na internet pedindo que o complexo eólico não seja construído no local de refúgio das aves. 

Aberta em junho de 2021, na plataforma Change.org, a petição conseguiu mais de 84 mil assinaturas em três países – Brasil, França e Estados Unidos. O abaixo-assinado ainda segue ativo para novos signatários. Confira: http://change.org/SalveArarasAzuis  

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“Eu fico feliz com a decisão do Ministério Público”, afirma Náthaly. “Fico feliz em ver que as pessoas se importam com as araras. Agora que o número de exemplares da arara-azul-de-lear vem crescendo, não devemos arriscar. Acho que todos deveriam se preocupar com elas. É nosso dever como cidadãos prezar pela vida dessas aves”, acrescenta.    

O empreendimento vem sendo construído pela multinacional francesa Voltalia. No projeto do parque eólico, está prevista a instalação de turbinas eólicas, divididas em duas fases. O complexo terá, ainda, uma rede de transmissão de energia, que venderá toda a eletricidade produzida no local para a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). 

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A empresa responsável enviou uma resposta às pessoas que assinaram a petição. O posicionamento pode ser visto, na íntegra, na página do abaixo-assinado online, neste link

Forte mobilização

A mobilização para proteger essas araras vai além do abaixo-assinado. No ano passado, 70 organizações, associações comunitárias e entidades denunciaram o projeto de construção do complexo eólico ao Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. A causa também engaja comunidades locais e organizações ambientais do exterior. 

Um dos apontamentos dos ativistas e especialistas que indicariam irregularidade no processo trata da não apresentação de um estudo ambiental completo para que as obras fossem autorizadas, conforme determina o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

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A decisão do MP enfatiza a ausência do estudo. Informa que o ICMBio recomendou a reclassificação do processo de licenciamento, exigindo a apresentação do Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA/RIMA), além de audiência pública, porém, “nenhuma destas exigências legais foram cumpridas pelo empreendimento e/ou pelo órgão ambiental”, diz o documento que determina a tutela provisória de nulidade das licenças. 

O documento pede a suspensão imediata de três licenças – a prévia, a de instalação e a de operação. O Ministério Público também determina que os responsáveis se abstenham de operar e fazer funcionar o complexo eólico até a elaboração do estudo e realização da audiência pública. Em caso de descumprimento, a pena é uma multa diária de R$ 300 mil, 

Amor pelas araras 

Considerada uma das sete maravilhas da natureza, estima-se que a população das araras-azuis-de-lear seja composta de apenas cerca de 2 mil indivíduos ainda em vida livre.

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Náthaly espera que todos se unam à causa e ajudem. “Juntos podemos fazer a diferença”, acredita a ativista e estudante. “Eu espero conscientizar as pessoas a não fazer obras que venham prejudicar o meio ambiente e os animais”, fala a jovem. “Que eles se conscientizem que podem estar extinguindo uma espécie rara e que estudem melhor o lugar para construir”, completa a estudante, que mantém um blog dedicado à defesa da arara-azul.

A ativista costuma fazer pesquisas sobre eventos que podem afetar essas aves e foi desta maneira que ficou sabendo das obras do parque eólico. Náthaly criou um amor único pelas araras-azuis ainda durante a infância e a vontade de fazer algo a mais para salvá-las aumentou depois de assistir ao filme “Rio”, animação que aborda o tráfico de aves raras. 

“Eu prometi a mim mesma, ainda criança, que iria proteger e cuidar dessas aves”, comenta a jovem ativista. “Agora posso dormir em paz, sabendo que elas não vão correr o risco de colidir em uma turbina eólica e morrer. Agradeço a todos que assinaram a petição! Eu amo muito essas aves e essa decisão do Ministério Público foi a melhor notícia que eu poderia receber”, completa Náthaly, enfatizando que a decisão a deixou cheia de alegria e esperança. 

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petição criada pela jovem e pela Fundação Biodiversitas seguirá aberta até que haja uma conclusão em definitivo para o caso na Justiça. A ação do MP pede uma tutela provisória. A expectativa é que a empresa responsável e o Inema cumpram com a determinação.

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 ChatGPT-4: A nova era da inteligência artificial nas compras online

A ferramenta pode otimizar a jornada de compra online com uso da inteligência de dados entendendo e respondendo com precisão às necessidades dos clientes, aponta especialista

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O lançamento do ChatGPT-4 representou a chegada de uma nova era da inteligência artificial no mundo das compras online. Esta nova tecnologia, que sucede a anterior do ChatGPT-3.5, tem recursos multimodais capazes de gerar conteúdo a partir de prompts de imagem e texto.

Além disso, o GPT-4 apresenta uma grande vantagem em relação ao seu antecessor: tem 82% menos probabilidade de responder a solicitações de conteúdo não permitido e pontua 40% mais alto em testes de factualidade específicos. Com estas melhorias significativas, o ChatGPT-4 está pronto para transformar a maneira a interação e experiências de compras online

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“A ferramenta pode otimizar a jornada de compra no e-commerce por meio da inteligência de dados, que possibilitará entender e responder às necessidades dos consumidores com mais precisão.”, revela Lucas Colette, CEO e fundador da Yampi, empresa de soluções para e-commerce.

O mercado já acompanha de perto as movimentações da plataforma que tem potencial para revolucionar a maneira como interagimos e compramos. Avaliando esse cenário, Lucas Colette aponta as principais projeções do ChatGPT-4 para o as compras online

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Otimização de recomendações de produtos na loja virtual

O ChatGPT-4 é capaz de otimizar a jornada de compra do consumidor no comércio eletrônico. A ferramenta tem o potencial de gerar recomendações de produtos baseadas no histórico de compras feitas pelo cliente na internet. “Com isso, o ChatGPT pode oferecer sugestões assertivas com base nos produtos existentes na loja, potencializando as chances de fidelização do consumidor, que encontrará o que procura com muito mais facilidade e agilidade”, diz o executivo.

Facilitar operações de estoque e devolução

Outra grande facilidade que o ChatGPT-4 poderá oferecer para as compras onlines é simplificar os processos de devolução e de controle de estoque. Para Colette, o ChatGPT-4 poderá enviar respostas detalhadas sobre o processo de devolução dos produtos e até mesmo comprovar documentos ou informações necessárias. Já no estoque, o ChatGPT-4 será útil para informar os clientes sobre condições de armazenamento e quantidade de produtos disponíveis em tempo real.

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Tornar o atendimento ao consumidor certeiro

No atendimento ao consumidor, o ChatGPT-4 também poderá favorecer a comunicação entre marca e cliente, potencializando as chances de venda e satisfação. “Além de possibilitar o envio de respostas automatizadas para perguntas frequentes de forma mais complexa e específica, a plataforma também deve ajudar a entender o perfil do consumidor, oferecendo uma jornada de compra focada nas necessidades do cliente e facilitando as operações diárias de venda”, finaliza.

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Dia da Felicidade: por que temos tanta dificuldade em achá-la?

O dia 20 de março é marcado pelo Dia Mundial da Felicidade. Mas por que temos tanta dificuldade em achar a felicidade? Porque procuramos no lugar e nas coisas erradas, nos confundimos durante o percurso da vida. Costumamos dizer filosoficamente que felicidade é uma fórmula simples: Realidade – Expectativa = Felicidade. Mas simples não é sinônimo de fácil. O simples é o que há de mais complexo na vida humana.

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As afirmações são da neuropsicóloga Roselene Espírito Santo Wagner. Conforme ela, o ser humano é um indivíduo relacional, inteiro e completo, mas com a necessidade de se relacionar, amar e ser amado para não adoecer. Portanto o outro tem um papel fundamental em nossas vidas e na construção da tal felicidade.

“Mas como interagir e conviver sem gerar expectativa? Trabalhamos com os afetos, o quanto te afeto e o quanto por você sou afetada. Pois que seja de forma responsável, cuidado emocional, com constância afetiva nas trocas positivas, com confiança na expectativa da entrega e recebimento do que nos humaniza de fato: o amor”, disse.

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Para “Leninha”, como é mais conhecida, precisamos buscar a leveza sem relacionamentos que carregam em si objetivos equivocados. Conforme ela, enquanto estamos crescendo caminhamos na rota cognitiva do amadurecimento emocional através das experiências relacionais. “Mas quando estamos envelhecendo esperamos que possamos conviver em grande parte, com pessoas que já estejam nos mesmo estágio de compreensão daquilo que gera a tão falada e buscada felicidade”, adenda.

“Relações que possam nos trazer fé de acreditar naquilo que ainda não enxergamos, mas que já temos uma estrada que possamos pisar com segurança e confiança. Os verdadeiros afetos. Felicidade portanto é ter essa fé nos valores humanos daqueles que nos rodeiam, nas relações mais próximas. Não precisamos de pessoas perfeitas, mas precisamos das pessoas certas e de certas pessoas. Poucas, mas confiáveis o suficiente para nos trazer felicidade, em poder contar com aqueles que funcionam como “interruptores” que sabem acender a nossa luz quando a chama interna está fraca”, orienta.

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Leninha reforça a vontade de que possamos celebrar o encontro e não apenas tolerar a presença. Que a vida é feliz quando celebrada com as pessoas certas. “Se acha?  Se acha sim a felicidade. Ela é um pássaro arisco, que não aceita gaiolas. Felicidade é portanto um intervalo de tempo entre um problema e outro. A vida vem com a quota de dores, problemas, perdas, lutos, adversidades. Mas também com uma fatia generosa de alegria, sorriso, amigos e amores. Para compreender um temos que experimentar o outro. Viver essa alternância com a força e sensibilidade para ultrapassar momentos ruins e aproveitar os agradáveis”, fala.

“Ser feliz é uma maneira de ser inteligente. Manter a ideia de que tudo passa, de que tudo flui e muda. Viver com a certeza da finitude e aproveitar, de forma responsável, esse recurso tão escasso e milagroso: O tempo . Somente a consciência da morte nos faz viver a vida com felicidade”, emenda.

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Mas pode surgir a dúvida: Como saber se somos felizes? E Leninha respondeu:

“Somos felizes quando encontramos objetivo, quando damos valor a estadia aqui nessa viagem chamada vida. Somos felizes quando temos pessoas que se importam com a nossa felicidade e contribuem. Somos felizes quando temos sucesso nos bastidores da vida. Quando não há plateia, quando temos vontade de voltar para casa, quando temos um lar e um coração para chamar de seu. Somos felizes quando no silêncio e no segredo de nós, sabemos que quando partirmos daqui alguém vai sentir a nossa falta. Tal qual uma luz que se apague no pequeno mundo de alguém. Isso é felicidade, se sentir importante e pertencente a alguém que efetivamente se alegra por saber que existimos. Pergunte a si mesmo, no silêncio e na solidão: sou feliz? Por quê? Por quem? Essa é uma pergunta que encontra a resposta nos mistérios do tempo. Na verdade, a felicidade exige tempo, porque ser feliz é coisa de gente grande. De gente que usou o tempo para conquistas permanentes, que atravessam o tempo em camadas profundas, construídas pelo amor . Cuide da parte do outro que mora em você e seja de forma cuidadosa. Isso é felicidade, a certeza de ter onde habitar em segurança emocional”, finaliza.

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ChatGPT X Carreiras: O que podemos esperar das novas tecnologias?

Especialista em carreira destaca a necessidade de capacitar profissionais para trabalhar em conjunto com as novas tecnologias – e transformá-las em aliadas

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Desde seu surgimento em novembro do ano passado, o ChatGPT já alcançou mais de 100 milhões de usuários em todo o mundo. E vem conquistando cada dia mais usuários por sua capacidade de manter conversas naturais, fazer produções de textos e gerar códigos de programação, entre outras funções usando inteligência artificial. Rebeca Toyama, especialista em carreira, alerta que a tecnologia não vem para atrapalhar a vida dos profissionais e tirá-los de seus postos de trabalho, mas chega para ajudar e desafiar. Por isso, selecionou três dicas para auxiliar os profissionais a se atualizarem a fim de acompanhar o avanço das novas tecnologias. 

Existem muitas discussões sobre o que o ChatGPT pode oferecer. Alguns acreditam que a tecnologia vai acabar com todas as profissões. Outros debatem sobre o uso dessa ferramenta no meio da educação básica e universitária, onde pode afetar o aprendizado dos alunos, e por sua vez em toda vida profissional. O uso de inteligência artificial vai se tornando uma realidade em diversas áreas colocando em risco algumas atividades. 

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Para a especialista em carreira, muitos estão com receio da novidade, o que é natural por trazer mudanças, mas um ponto importante é trazer a inteligência artificial como uma aliada para o crescimento dos negócios e das carreiras. A inteligência artificial vem ao longo dos anos modificando a forma pela qual se aprende e ensina, então ao mesmo tempo que pode deixar as pessoas mais ‘preguiçosas’, também traz uma velocidade que trabalha outras demandas de aprendizagem. 

“Tudo tem dois lados, e com a inteligência artificial não é diferente. Atrapalha por um lado, ajuda pelo outro, mas com certeza modifica muito a relação de ensino e aprendizagem, o ponto é utilizar de forma saudável como uma ferramenta de auxílio para que o uso da tecnologia não impacte na habilidade e na capacidade de raciocínio. Porque o uso descontrolado pode desencadear a perda da capacidade de se expressar e também de trabalhar com dados”, revela Rebeca Toyama, especialista em carreira. 

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Profissionais X Inteligência Artificial

As tecnologias não vêm para acabar com os postos de trabalho ou para competir com o ser humano, surge para auxiliar e otimizar o tempo. O Relatório do Futuro do Trabalho, do Fórum Econômico Mundial, já mostrou que algumas profissões estão sendo extintas, mas na mesma proporção, novas vagas surgem e adapta uma nova divisão de trabalho entre humanos, máquinas e algoritmos. 

Portanto, é necessário que os profissionais se capacitem para trabalhar em conjunto com as tecnologias que vem surgindo. Assim, os profissionais conseguirão se destacar entre os demais que não viram a oportunidade de mudança e aprendizado. 

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“Vale lembrar que se as máquinas estão tomando o lugar das pessoas, é porque talvez esse não seria o melhor lugar para as pessoas trabalharem. Tarefas repetitivas, insalubridade e perigo, por exemplo, é algo muito distante do trabalho dos sonhos de qualquer ser humano”, comenta Rebeca. 

A palavra de ordem para não se sentir trocado pela inteligência artificial é a requalificação profissional. De acordo com Rebeca Toyama, existem muitos profissionais que não estão preparados para lidar com as novas tecnologias, então, vale o investimento por parte das empresas e dos profissionais. 

“Por mais que a especialização e formação tenha sido excelente, muitas tecnologias não existiam naquele momento. Então, upskilling reskilling é necessário para não evitarmos a obsolescência, e preparar os profissionais para lidar com a inteligência artificial. E aqui vale um ponto de atenção, se você está preocupado em ser substituído por ChatGPT, talvez o problema seja a forma como você está cuidando de sua carreira, reflita e se observe!”, finaliza Toyama. 

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Rebeca especialista em carreira, selecionou 3 dicas para auxiliar os profissionais a se atualizarem a fim de acompanhar o avanço das novas tecnologias: 

1- Faça da tecnologia sua grande aliada: Procure usá-la a favor da sua produtividade e para manter uma carreira saudável; 

2- Mantenha-se atualizado invista em conhecimento: Habilidades como alfabetização de dados, uso e monitoramento e controle de tecnologia, análise e avaliação de sistemas, são destacadas pelo relatório Futuro do Trabalho do Fórum Econômico Mundial; 

3- Aprimore seu autoconhecimento: Para saber reconhecer seus diferenciais, assim você não correrá o risco de ser substituído por uma máquina.

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Termina hoje prazo para pré-selecionados do Fies finalizarem inscrição

Dados devem ser inseridos no portal de acesso único

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Os candidatos pré-selecionados na chamada única de 2023 do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), do Ministério da Educação (MEC), divulgada na última terça-feira (14), têm até esta sexta-feira para complementar as informações do ato de inscrição.

Essa é uma das etapas do processo seletivo de estudantes para contratar financiamento público da mensalidade, em instituições privadas de ensino superior. Os dados dos estudantes devem ser inseridos, exclusivamente, pelo portal de Acesso Único ao Ensino Superior.

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Próximas etapas

Após formalizar a inscrição no portal, é necessário validar as informações declaradas, em até cinco dias úteis. O candidato deve procurar diretamente a instituição de ensino superior onde foi pré-selecionado.

A Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento da própria instituição vai informar ao estudante sobre como quer receber a documentação exigida para validação – se no formato físico ou digital.

Passada esta fase, o estudante deverá comparecer ao banco para contratar o financiamento, observando os prazos definidos no edital do Fies.

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O Fies

Criado em 2001, o programa do MEC tem o objetivo de conceder financiamento a estudantes em faculdades privadas, com análise positiva no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), e que aderiram ao programa.

Segundo o edital, o estudante que busca o financiamento deve ter renda familiar por pessoa de até três salários mínimos. As condições de financiamento também dependem, principalmente, dessa renda familiar. Para calcular o valor per capita, é preciso somar a renda bruta de todos os membros da família e dividir pelo número total de pessoas pertencentes a esse grupo.

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O aluno que tem os estudos financiados pelo Fies só começa a pagar a dívida contraída depois que se formar, na forma do contrato. A parcela devida será descontada diretamente na fonte formal de emprego. Caso ainda não esteja empregado, o formando deve quitar as prestações mensais equivalentes ao pagamento mínimo exigidas no financiamento.

Durante todo o curso, o estudante deve pagar apenas o percentual da parcela da mensalidade não incluída no financiamento, além de encargos operacionais do contrato e um seguro de vida.

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