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Como acabar com as Fake News

Um dos maiores desafios que assola os meios de comunicação, países e a sociedade, são as noticias falsas. Eleições são manipuladas, como aconteceu no Brasil, onde uma mamadeira erótica fez com que o atual presidente fosse eleito. Pessoas já foram espancadas e até mortas por causa de correntinhas de WhatsApp compartilhadas sem saber a fonte e a sua credibilidade.

As rede sociais deram mais força e velocidade para que essas noticias maliciosas. Grupos com intenções de prejudicar e manipular abraçaram a ideia de fabricação de noticias falsas para assim obterem poder. Noticias como “masturbação mata neurônios”, “vacinas são prejudiciais” ou até absurdos como “Nazismo é de esquerda” e que a “Terra é Plana”, acabam sendo espalhadas e muito acreditam como verdade. Chegando nesse caos político e social.

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Existe um grande esforço da extrema-direita em provocar uma revolução anti conhecimento. Onde desvalorizam especialistas e as grandes mídias para assim facilitar a construção de Fake News. Olavo de Carvalho seria um dos maiores exemplos. Sem formação acadêmica (e até mesmo o ensino médio) acaba sendo o Guru de vários digitais influencer da extrema-direita, deputados, senadores e até mesmo do Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro.

A extrema-direita ressuscita medos antigos como a Ameaça Comunista, uma mentira contada para dar força ao Golpe Militar. Nada mais fácil do que lutar contra um inimigo que não existe, logo você pode ganhar sem nenhum esforço, fazer movimento “necessários” como a tortura para neutralizar a ameaça. Hoje, usam da mesma tática, o inimigo invisível está em todo lugar. Assim, eles nunca erram, sempre é o inimigo invisível ou então simplesmente culpam o PT.

Mas fica a dúvida, como acabar com as Fake News? Essa é uma pergunta que a mídia tradicional faz, pois em vez de noticia sobre acontecimentos recentes, necessitam constantemente provar que certas “noticias” são falsas. O desafio de acabar com as Fake News é a mesma de acabar com analfabetismo. Necessita um investimento maior em educação. Um maior ensino em interpretação e o ensino da comunicação, para que o cidadão saiba identificar noticias falsas. Porém, ensinar que não existe uma fonte verdadeira e que essa fonte vai te dar tudo. O brasileiro tem que aprender noticias de diferentes fontes para assim tirar sua conclusão. Para de procurar no Google respostas rápidas. Aprender a não depender de interpretações já feita.

Como fazer isso se não temos tempo de ler? É muito mais fácil aceitar uma interpretação feita e escancarada na nossa frente do que fazer todo o trabalho de examinar a notícia. Há uma necessidade de perder a preguiça de ler e procurar entender um assunto. De não aceitar a primeira retorica e questionar se existe veracidade na noticia que lermos.

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Precisamos falar sobre: O Nazismo

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Nos últimos anos, através das redes sociais, houve vários comentários falando sobre o nazismo. Nos EUA, no sábado (12) aconteceu um protesto onde os manifestantes faziam a saudação nazista e gritos de ordem contra negros, LGBT’s e estrangeiros. No Brasil, principalmente nas redes sociais, o que mais debatia era se Nazismo é da Direita ou da Esquerda.

O Nacional-Socialismo (Nationalsozialismo), conhecido como Nazismo, é uma alternativa tanto ao socialismo internacional marxista quanto ao capitalismo de livre mercado (liberalismo). Surgido como terceira via, a ideologia rejeita o conceito de luta de classe, assim como defendia a propriedade privada e as empresas de alemães. Essa ideologia é associada ao Partido Nazista, onde caracteriza como forma de fascismo e o antissemitismo. Tinha como objetivo superar as divisões sociais para criar uma sociedade homogênea, buscando uma unidade nacional e tradicionalismo.

“Tanto o nazismo alemão quanto o fascismo italiano surgem após a Primeira Guerra Mundial contra o socialismo marxista – que tinha sido vitorioso na Rússia na Revolução de outubro de 1917 -, mas também contra o capitalismo liberal que existia na época”, diz Denise Rollemberg, professora de História Contemporânea da Universidade de Federal Fluminense, em entrevista a BBC.

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Movimento nacionalistas

Após a Primeira Guerra Mundial, a Alemanha derrotada, desenvolveu a partir de influências de ideias pangermânicas, do movimento nacionalistas alemão Völkisch e de grupos paramilitares anticomunistas chamados Freikorps, que surgiram durante a República de Weimar. Apoiavam teorias como Hierarquia racial (onde existia uma raça superior) e o Darwinismo social, colocando a raça ariana como superior.

Tentaram conseguir isto através de uma “comunidade do povo” que iria unir todos os alemães e excluir aqueles considerados como “povos estrangeiros”. Ainda queriam revindicar os territórios historicamente alemães.

Partido Nazista

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O Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (Nationalsozialische Deutsche Arbeiterpartes, NSDAP) foi fundada em 1919, por Anton Dnexler. Mas somente em 1920 Adolf Hitler assume o controle da organização e reabatiza-a para Partido Nazista. No mesmo ano, foi aprovada o Programa Nacional Socialista, que apelava por uma Grande Alemanha, negaria cidadania aos judeus ou os descendentes, apoiava a reforma agrária e a nacionalização de algumas indústrias.

Em 1923, os nazistas de Munique, sul do país, tentaram dar um golpe de Estado. Preso por tentar um golpe, em 1924, Hitler delineou o antissemitismo, anticomunismo e os principais fundamentos do nazismo no seu livro “Minha Luta” (Mein Kampf). Em 1933, o nazismo chega ao poder, desenvolveu um regime unipartidário e totalitário, apoiado pela elite e Hitler se torna chanceler.

A propaganda era uma das principais arma. O partido controlava a imprensa, rádio, teatro, o cinema, a literatura, a música e também as belas artes (que Hitler considerava como únicas formas de Arte).

Características

  • Líder infalível e inatacavél
  • Nacionalismo
  • Totalismo
  • Militarismo
  • Anticomunismo
  • Antiliberalismo