A Universidade Federal do Maranhão (UFMA) convida a comunidade acadêmica e o público em geral para a segunda sessão do Cineclube UFMA, que acontecerá nesta segunda-feira, 4 de novembro, no Auditório Central da Reitoria, às 12h. A iniciativa, promovida pela Diretoria de Comunicação (DCOM) e pela Coordenação de Relações Públicas e Cerimonial (CRPR), busca integrar o cinema a debates críticos sobre questões sociais de grande relevância.
A sessão desta semana exibirá o filme “Pureza”, dirigido por Renato Barbieri e produzido por Marcus Ligocki Jr. A obra, que aborda o trabalho análogo à escravidão, traz à tona um problema social persistente no Brasil e será o ponto de partida para uma discussão profunda sobre a exploração do trabalho humano.

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Kamila Mesquita, integrante da organização do evento, destaca que o Cineclube UFMA pretende ser um espaço de interação cultural, promovendo a reflexão social e o pertencimento à universidade. “Queremos estimular a comunidade universitária a se reunir, compartilhar experiências culturais e debater temas importantes da atualidade”, afirma.
A escolha do filme “Pureza” foi cuidadosa, com o intuito de ressaltar a luta de Pureza Lopes Loyola, uma mulher maranhense que se tornou um símbolo na batalha contra o trabalho escravo moderno ao enfrentar condições desumanas em áreas de exploração rural enquanto buscava seu filho desaparecido. “A Coordenação de Relações Públicas e Cerimonial da UFMA tem realizado um levantamento de filmes que abordam questões sociais, políticas e culturais relevantes para serem exibidos no Cineclube”, explica Kamila.
Após a exibição do filme, o público poderá assistir a uma apresentação em vídeo da professora Flávia Moura, especialista em trabalho escravo contemporâneo e membro do Departamento de Comunicação da UFMA. “A professora Flávia desenvolve e coordena pesquisas na área de trabalho escravo contemporâneo e comunicação, além de ser líder do Grupo de Estudos Trabalho Escravo e Comunicação (Getecom)”, informa Kamila. A apresentação da professora visa enriquecer o debate, trazendo uma perspectiva acadêmica sobre as práticas abusivas e exploratórias que ainda ocorrem em várias partes do Brasil.
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