A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) instaurada para investigar os eventos ocorridos em 8 de Janeiro está dando passos significativos na apuração da venda de presentes recebidos pelo ex-presidente Jair Bolsonaro de países estrangeiros. A relatora da CPMI, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), destacou a importância da convocação de indivíduos relacionados ao esquema, incluindo o general do Exército Mauro Cid, o advogado de Bolsonaro, Frederick Wassef, e o tenente-coronel Mauro Cid, filho do general e ex-ajudante de ordens.
Segundo informações da Polícia Federal, o general Mauro Cid, seu filho tenente-coronel Mauro Cid – que está atualmente detido – e o advogado Frederick Wassef teriam participado do esquema de venda dos presentes recebidos por Jair Bolsonaro. Esses presentes, provenientes de nações estrangeiras, se tornaram alvo de investigações por parte da CPMI após suspeitas de irregularidades na comercialização dos mesmos.
Na próxima terça-feira, 15 de agosto, está agendado o depoimento do fotógrafo da agência de notícias Reuters, Adriano Machado. Esse depoimento promete trazer novos elementos para a investigação, uma vez que Machado é acusado pelo senador Eduardo Girão (Novo-CE) de ter ligações próximas com os envolvidos nos ataques aos Três Poderes, fato ocorrido em 8 de Janeiro. O senador Girão também se manifestou a favor da convocação do fotógrafo, alegando que sua participação pode lançar luz sobre conexões e detalhes até então desconhecidos.
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