Maria Cristina de Araújo Rocha, de 77 anos, foi presa nesta quarta-feira (18) por injúria racial ao insultar um agente do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) chamando-o de “macaco”. O caso ocorreu em frente à residência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no bairro de Pinheiros, em São Paulo.
Filha do coronel Virgílio da Silva Rocha, Maria Cristina recebe uma pensão mensal de R$ 14,5 mil, benefício garantido judicialmente em 2010 pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Em junho deste ano, a quantia chegou a R$ 17 mil líquidos devido a gratificações.
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Ativista polêmica
Cristina é conhecida por sua militância bolsonarista e antipetista. Em 2020, foi fotografada em um ato na Avenida Paulista portando um taco de beisebol. Na ocasião, precisou ser retirada pela Polícia Militar para evitar agressões de integrantes de torcidas organizadas que participavam de uma manifestação pela democracia.
A pensionista também já foi vista ao lado de parlamentares bolsonaristas, como Carla Zambelli (PL), Fernando Holiday (PL) e Kim Kataguiri (União Brasil). Em 2018, ganhou notoriedade ao comemorar a prisão de Lula em frente à Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, levando uma garrafa de champanhe e proferindo insultos ao ex-presidente.
Alegações de influência
Durante sua prisão, Maria Cristina mencionou a proximidade com o ex-general Eduardo Villas Bôas, declarando: “Sou amicíssima do general Villas Bôas”. Apesar disso, a relação não impediu a ação policial.
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