Auxílio reclusão não funciona da forma que a maior parte das pessoas imagina, entenda

Gérlio Figueiredo, especialista em direito, explica os diversos detalhes que estão por trás do auxílio concedido em casos de prisão no Brasil

Gérlio Figueiredo, especialista em direito, explica os diversos detalhes que estão por trás do auxílio concedido em casos de prisão no Brasil

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O auxílio reclusão faz parte das pautas mais polêmicas debatidas no Brasil em âmbito político e social. A maior parte das pessoas conhece o tema pela concessão das pensões em situações na qual há o envolvimento de uma pessoa que foi presa.

De acordo com Gérlio Figueiredo, especialista em direito, antes de começar a destrinchar o benefício é necessário compreender que ele não se destina aos presos em si. “Não é como se fosse um ‘salário’ para os presos, é uma espécie de benefício destinado aos familiares que tem um membro da família preso. Serve como um amparo para as famílias que têm o provedor principal em reclusão”, explica.

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Isto é, o auxílio é entregue ao cônjuge e o filho não emancipado, menor de 21 anos ou inválido de alguma forma; aos pais; ou ao irmão não emancipado, também menor de 21 anos ou impossibilitado de se sustentar por alguma questão de saúde. “Muita gente não sabe que só tem acesso a esse benefício, aqueles que, no momento da prisão, têm vínculo de trabalho e contribuem regularmente”, conta Gérlio.

Além disso, é necessário ter renda mensal inferior a R$ 1.425,56, ter contribuído com a previdência por pelo menos 2 anos e não receber salário ou qualquer outro benefício do INSS. 

A solicitação do benefício pode ser realizada online mediante a apresentação de diversos documentos solicitados, inclusive, uma comprovação de dependência entre quem está pedindo o auxílio e quem está preso. “Ou seja, não é algo garantido para todos e também não é distribuído indiscriminadamente. Existem ainda diversas situações na qual o auxílio pode ser cancelado”, pontua.

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Sobre Gérlio Figueiredo

O empresário Gérlio Soares Figueiredo é o retrato da cena cultural baiana. Com apenas 33 anos de idade, o empreendedor já acumula vasta experiência em diferentes nichos de mercado, como transportes, construção civil, pecuária, factoring, indústria de vestuário e entretenimento.

Conhecido por sempre atuar em eventos artísticos e musicais pelo Brasil, ele também já esteve à frente de uma reconhecida boate em Vitória da Conquista, na Bahia. Sob seu comando, a Casa dos Primos Entretenimento foi palco para inúmeros artistas consagrados do forró, sertanejo e outros ritmos. Empreendedor e dinâmico, Gérlio já possibilitou o emprego de aproximadamente 350 pessoas por todos os segmentos que passou. Atualmente, Gérlio está terminando o curso de direito e pretende se aprimorar mais nos estudos para expandir conhecimento e aumentar sua capacidade de gerir novos negócios.

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