O ex-deputado estadual e líder religioso José Alves Cavalcante, o Pastor Cavalcante, morreu na madrugada de domingo (21), no Rio de Janeiro, aos 65 anos. Ele estava internado para se preparar para um transplante de fígado, necessário após uma longa batalha contra a hepatite C, mas sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) hemorrágico, seguido de duas paradas cardíacas.
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Natural de Coroatá, no Maranhão, Pastor Cavalcante era uma das principais figuras evangélicas do estado, presidindo a Convenção de Ministros das Assembleias de Deus do Sul do Maranhão (Comadesma). Ele também teve passagem pela Assembleia Legislativa, para onde foi eleito em 2018, cumprindo mandato até 2022.
Sua saúde era frágil há anos. O tratamento prolongado contra a hepatite C, com medicamentos fortes, causou danos severos ao seu fígado, tornando o transplante a única alternativa. Um de seus filhos havia se voluntariado para ser o doador vivo de parte do órgão.
No final da tarde de sábado (20), seu estado se agravou subitamente com o AVC. Apesar dos esforços médicos, ele não resistiu. Deixa a esposa, Maria Oneide Cavalcante, três filhos, dois genros, uma nora e quatro netos. O local do velório e do sepultamento ainda não foi divulgado.
A notícia da morte foi lamentada por autoridades e pela comunidade religiosa. O governador do Maranhão, Carlos Brandão (PSB), publicou uma mensagem de solidariedade nas redes sociais, destacando que a comunidade cristã do estado perdia uma de suas principais lideranças.
Em nota oficial, a Comadesma detalhou a longa jornada do pastor contra a doença, incluindo uma internação de três semanas em São Luís para estabilizar diabetes e hipertensão, condições agravadas pelos problemas hepáticos. A instituição afirmou que, “com muito pesar”, lamenta “essa perda irreparável”, mas se mostra “confiante de que neste momento ele se alegra no céu de glória”.


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