Enquanto a Petrobras mantém temporariamente os preços estáveis nas refinarias, distribuidoras de combustível já começam a reajustar valores ao consumidor final, gerando críticas. A Ipiranga, por exemplo, anunciou aumento no diesel a partir de 14 de junho, citando a alta do petróleo devido aos conflitos no Oriente Médio – uma medida vista como precipitada.
A estratégia das distribuidoras parece mais especulativa do que técnica, já que a Petrobras – maior fornecedora do mercado – ainda não ajustou seus valores.
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A estatal afirmou que monitora o mercado, mas não prevê alterações imediatas. Se o conflito entre Irã e Israel escalar, a cotação internacional do barril pode subir ainda mais, forçando a Petrobras a rever sua política. Enquanto isso, as distribuidoras seguem sendo alvo de críticas por repassar custos antes de uma alta consolidada. Com postos já aplicando reajustes, o temor é que a gasolina e o diesel encareçam em cadeia, pressionando a inflação.
Se a Petrobras mantiver os preços, a pressão sobre as distribuidoras pode crescer. Caso a estatal também anuncie alta, no entanto, o movimento atual das empresas será visto como mero “avanço” de um aumento inevitável. Para o consumidor, o resultado é o mesmo: combustível mais caro em meio a um cenário internacional instável.
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