O Maranhão registra, neste mês, 1,23 milhão de famílias contempladas pelo Bolsa Família, com um investimento federal que ultrapassa R$ 857,13 milhões. O valor médio do benefício chega a R$ 695,22, abrangendo os 217 municípios do estado. Os pagamentos começaram nesta terça-feira (18) e seguem até 31 de março, conforme o final do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário.
Dentre os benefícios incluídos na retomada do programa desde 2023, destaca-se o Benefício Primeira Infância, que atende 554 mil crianças de zero a seis anos no estado, garantindo um adicional de R$ 150 por criança. O repasse para esse público soma R$ 80,11 milhões. Além disso, o programa inclui complementos de R$ 50 para 963 mil crianças e adolescentes de sete a 18 anos, além de 40,1 mil gestantes e 25 mil nutrizes, totalizando R$ 48,49 milhões em investimentos.
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Grupos prioritários recebem atenção especial
Em março, o Bolsa Família alcança 2,5 mil famílias em situação de rua, 10,1 mil famílias indígenas, 78,2 mil famílias quilombolas, 387 famílias com crianças em trabalho infantil, 5,1 mil famílias com pessoas resgatadas de trabalho análogo à escravidão e 2,9 mil famílias de catadores de material reciclável. No total, 99,4 mil famílias maranhenses estão incluídas nesses grupos prioritários.
São Luís lidera em número de beneficiários
A capital São Luís é o município com o maior número de famílias atendidas: 130,1 mil. Na sequência, aparecem Imperatriz (31.116), São José de Ribamar (29.024), Timon (27.537) e Chapadinha (22.480).
Já entre as cidades com maior valor médio do benefício, Jenipapo dos Vieiras se destaca, com R$ 803,92 para suas 3.116 famílias – mesmo tendo pouco mais de 17 mil habitantes. Em seguida, aparecem Belágua (R$ 790,17), Amarante do Maranhão (R$ 772,13), Arame (R$ 769,65) e Fernando Falcão (R$ 767,75).
O Bolsa Família segue como uma das principais políticas de transferência de renda no país, reforçando o apoio a famílias em situação de vulnerabilidade social no Maranhão.
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