Entre os dias 19 e 21 de fevereiro, São Luís sedia o Festival Ilha Dub Convida, evento que propõe um diálogo entre a tradição das radiolas maranhenses e a produção contemporânea do dub em escala global. A programação ocorre no Museu do Reggae e, no último dia, conta com shows na capital maranhense.
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A abertura oficial está marcada para a quinta-feira (19), às 14h, com a roda de conversa “Jamaica Brasileira: História, Identidade e Impacto Social”. A mediação será do artista Preto Nando, integrante do coletivo Ilha Dub. Participam do debate o diretor do museu, Ademar Danilo; o DJ e pesquisador Joaquim Zion; e a historiadora Thalisse Ramos.
No dia seguinte (20), também no Museu do Reggae, a programação se volta à produção audiovisual e às expressões corporais. A Mostra Audiovisual exibe dois documentários: “RAM – Reggae Além da Música” (2023, 34’), dirigido por André Freitas, sobre a cena sound system em São Paulo; e “Roots, Rock, Reggae: Inside The Jamaican Music Scene” (1977, 53’), produção de Jeremy Marre com registros de Bob Marley, Jimmy Cliff e The Abyssinians na Jamaica dos anos 1970.
Após as exibições, o coletivo Black Woman conduz um workshop de dança reggae. A atividade aborda a relação entre música e identidade, com foco em técnica, consciência corporal e valorização da autoestima da mulher negra.
O festival é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, por meio da Secretaria de Estado da Cultura do Maranhão. As vagas para as atividades formativas dos dias 19 e 20 são limitadas e as inscrições estão disponíveis no perfil oficial do coletivo no Instagram.
O encerramento, no sábado (21), reúne atrações nacionais e internacionais. Sobem ao palco o sueco El Kanin, o coletivo Ilha Dub, a cantora Célia Sampaio, o paulista Junior Dread e o artista Gugs. A programação de shows está prevista das 20h às 1h.


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