O setor de serviços, que inclui transporte, turismo, alimentação e tecnologia da informação, registrou crescimento de 0,1% em maio ante abril, alcançando o mesmo patamar recorde de outubro de 2024. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (11) pelo IBGE, mostram a quarta alta consecutiva, consolidando a expansão do segmento que mais emprega no país.
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De acordo com a Pesquisa Mensal de Serviços, o desempenho representa um aumento de 3,6% em relação a maio do ano passado e de 3% no acumulado de 12 meses. O setor está 17,5% acima do nível pré-pandemia, superando desde junho de 2021 os efeitos da crise sanitária.
Destaques por segmento
No mês, três dos cinco grupos analisados tiveram alta: Serviços profissionais e administrativos (como engenharia e plataformas digitais): +0,9%; Serviços de informação e comunicação: +0,4%; Outros serviços: +1,5%.
Já os serviços para famílias (como salões de beleza) e transportes recuaram (-0,6% e -0,3%, respectivamente). Rodrigo Lobo, analista do IBGE, destacou o papel do mercado de trabalho aquecido: “Massa salarial recorde e desemprego em queda sustentam o consumo”, afirmou. A taxa de desocupação ficou em 6,2% no trimestre até maio, a menor desde 2012.
Turismo tem recuo após alta
O índice de atividades turísticas (Iatur) caiu 0,7% em maio, após avançar 3,2% em abril. Na comparação anual, porém, houve crescimento de 9,5%, puxado por transporte aéreo, hotéis e serviços de hospedagem. O setor está 12,4% acima do nível pré-covid, mas ainda 1,1% abaixo do pico de dezembro de 2024.
Cenário macroeconômico
Os serviços contrastam com a indústria (-0,5% em maio) e o comércio (-0,2%), que recuaram no período. Em 12 meses, no entanto, todos os setores acumulam altas: indústria (+2,8%), comércio (+3%) e serviços (+3%).
Com informações do IBGE
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