O Museu Casa de Nhozinho, localizado no Centro Histórico de São Luís, completa 23 anos em junho com uma programação especial que inclui duas exposições temporárias, além de seu acervo permanente dedicado ao artesão maranhense Nhozinho.
Em cartaz até 23 de julho, a mostra “Divino Espírito Santo do Centro Histórico” explora as manifestações culturais e religiosas de povos de matriz afro-brasileira, destacando suas tradições dentro do contexto das festividades do Divino Espírito Santo. A exposição busca valorizar a influência dessas práticas na formação cultural do Maranhão.
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Já a exposição internacional “Curriculum: Aprendizagem e Experiência na Espanha da Nova Arquitetura Latino-americana”, em exibição até 17 de julho, reúne obras de 32 arquitetos de países como Argentina, Equador e Chile. A mostra, resultado de uma parceria entre a Universidade de Navarra, a Federação Pan-americana de Associações de Arquitetos e o Instituto de Arquitetos do Brasil, celebra a produção arquitetônica contemporânea da América Latina.
Legado de Nhozinho
Inaugurado em 7 de junho de 2002, o museu homenageia o artesão Antônio Bruno Pinto Nogueira (1904–1974), conhecido por suas peças esculpidas em buriti, palmeira típica da região. Nascido em Bacuri, Nhozinho transformava materiais simples em brinquedos e artefatos culturais, tornando-se um símbolo da arte popular maranhense.
O acervo permanente inclui peças indígenas, utensílios de pesca, teares, cerâmicas e esculturas em buriti, oferecendo um panorama da cultura material do estado. Com entrada gratuita, o museu funciona na Rua Portugal, no coração do Centro Histórico de São Luís.
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