O Sindicato dos Servidores da Assembleia Legislativa do Maranhão (SINDSALEM) está em mobilização para exigir isonomia na aplicação do controle eletrônico de frequência na Casa. A Resolução Administrativa nº 413/2025, que regulamenta o sistema, não abrangeria todos os servidores, gerando desigualdade no tratamento.
O presidente do SINDSALEM, Noleto Chaves, afirmou que a entidade apoia a medida, desde que seja estendida a todos os funcionários, incluindo comissionados. “Defendemos transparência e igualdade na implementação do ponto eletrônico. Não pode haver distinção entre categorias”, destacou.
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A diretoria do sindicato já analisou o texto da resolução e encaminhou sugestões de ajustes à Mesa Diretora da Assembleia. Entre as reivindicações está a inclusão de todos os servidores no sistema de controle, garantindo equidade.
Chaves ressaltou ainda que, embora a resolução cite uma audiência realizada em 2019, o SINDSALEM não participou do acordo judicial que determinou a adoção do ponto eletrônico nem foi consultado sobre as regras estabelecidas. “Esperamos diálogo e bom senso para que os direitos sejam iguais”, disse.
O sindicato reiterou que sempre apoiou a implantação do controle de frequência, considerando-o uma medida legítima e de interesse público, mas defende que sua aplicação seja justa e abrangente. A expectativa é que a Alema revise as normas para atender às demandas dos servidores.
Com informações da Agência Tambor.
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