Superlotação, fome e morte: o caos no Hospital da Criança que o prefeito Braide não quer ver

Enquanto Braide investe em postagens bem produzidas, mães precisam implorar por um copo de suco e um biscoito para suas filhas e filhos.

Enquanto o prefeito Eduardo Braide enche as redes sociais de imagens perfeitas de uma “São Luís que avança”, a realidade nas paredes do Hospital da Criança é de abandono, desespero e negligência. O que deveria ser um local de acolhimento e cuidado transformou-se em um cenário de terror para mães e crianças, vítimas de uma gestão municipal que prioriza a propaganda em vez da saúde pública, que precisam chegar de madrugada no Hospital para poder ser atendido no fim do dia.

Relatos estarrecedores mostram um hospital superlotado, com crianças amontoadas em cadeiras por falta de leitos, medicamentos e exames que “desaparecem”, e mães que passam fome enquanto amamentam. Conforme uma denuncia, ontem (01 de maio) uma criança morreu, em meio a esse caos, não é apenas uma tragédia isolada – é o retrato de um sistema de saúde sucateado, onde a omissão do poder público custa vidas.

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Falta tudo, exceto descaso

As denúncias são chocantes: acompanhantes sem direito a alimentação, pacientes sem lanche mesmo com liberação médica, e uma burocracia desumana que trata mães e crianças como incômodos, não como prioridade. Onde está a Secretaria da Criança e do Adolescente? Onde está a fiscalização? Enquanto Braide investe em postagens bem produzidas, mães precisam implorar por um copo de suco e um biscoito para suas filhas e filhos.

O mito do “hospital equipado”

A prefeitura gosta de vender a imagem de um hospital moderno e eficiente, mas a realidade expõe a mentira por trás do marketing. Não há equipamento que compense a falta de organização, recursos e, acima de tudo, vontade política. Se o Hospital da Criança fosse mesmo uma prioridade, não haveria mães fazendo protestos silenciosos nos corredores, nem crianças morrendo por falhas que poderiam ser evitadas.

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É preciso agir – e a pressão vem do povo

A situação só muda quando a indignação vira manchete. Repórteres precisam ir até o hospital, mostrar a realidade sem maquiagem, e cobrar respostas. A população não pode aceitar que vidas sejam tratadas como números em um balanço contábil. Se a prefeitura não age, é porque não sente a pressão – e essa pressão deve vir de todos: movimentos sociais, conselhos de saúde, Ministério Público e, claro, da imprensa.

Enquanto Braide e sua equipe fingem que tudo está bem, crianças sofrem. Isso não é apenas incompetência – é um crime social. E a hora de exigir justiça é agora.

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