Um grupo de policiais militares do Pará está sob investigação após a divulgação de mensagens ofensivas sobre a morte do papa Francisco em um chat interno da corporação. Os prints, que circulam nas redes sociais, mostram agentes celebrando o falecimento do pontífice com comentários como “Menos um comunista na terra”, “Já vai tarde” e “O único homem santo que viveu entre nós foi Jesus”.
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O caso ocorre em meio à comoção internacional pela morte de Jorge Bergoglio, líder da Igreja Católica conhecido por sua defesa dos direitos humanos e do diálogo entre religiões. No Pará, o governador Helder Barbalho decretou luto oficial de três dias em homenagem ao papa.
A Polícia Militar informou que abriu sindicância para apurar a conduta dos envolvidos. Em nota, a instituição afirmou que “repudia veementemente qualquer manifestação de desrespeito a figuras de relevância global” e que os responsáveis serão punidos conforme a lei.
Especialistas em direito disciplinar afirmam que os policiais podem responder por quebra do decoro funcional, com penalidades que vão desde suspensão até demissão. O Ministério Público Estadual também foi notificado e avalia medidas judiciais.
A Arquidiocese de Belém emitiu uma nota de pesar, classificando as mensagens como “um ato de intolerância incompatível com os valores da sociedade”.
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