A Operação Teatro Invisível 2, deflagrada pela Polícia Federal, escancara um modus operandi que a direita brasileira aprimorou ao longo dos anos: usar o dinheiro público não para servir ao povo, mas para enganá-lo. Desta vez, a tática envolvia atores contratados para encenar diálogos falsos em locais públicos, tudo bancado por contratos fraudulentos de prefeituras. O objetivo? Influenciar o eleitorado e garantir vitórias para candidatos conservadores.
✅ Seja o primeiro a ter a notícia. Clique aqui para seguir o novo canal do Cubo no WhatsApp
Não se trata de um caso isolado. É a expressão de um projeto político que, incapaz de convencer pela razão, recorre ao marketing sujo, ao lawfare e ao financiamento ilegal para se manter no poder. Enquanto a esquerda luta por políticas sociais e transparência, a direita transforma o Estado em um caixa eletrônico para suas campanhas de desinformação.
A Hipocrisia do Combate à Corrupção Seletivo
Os alvos da operação falam por si: prefeitos, deputados e empresários ligados ao PL, PP e Podemos – partidos que se apresentam como “defensores da moralidade”, mas que, na prática, orquestram esquemas bilionários de corrupção. O prefeito de Cabo Frio, Dr. Serginho (PL), e o subsecretário de Eventos do RJ, Rodrigo de Castro, já conhecido por escândalos de propina, são exemplos de como a direita usa o Estado para benefício próprio.
E não é só no Rio. Esse modelo se repete Brasil afora: contratos superfaturados, licitações fraudadas e empresas fantasma servem para desviar recursos que deveriam ir para hospitais e escolas, mas que, em vez disso, financiam fake news, robôs e até peças teatrais para ludibriar o eleitor.
- Desvia-se verba por meio de contratos fraudulentos com empresas de fachada.
- Contrata-se agências de marketing e até atores para criar narrativas falsas nas ruas e redes sociais.
- Criminaliza-se a esquerda enquanto se usa o poder para blindar aliados.
Enquanto isso, o povo paga a conta. Os R$ 3,5 bilhões desviados nesta operação poderiam ter construído escolas, postos de saúde ou garantido merenda digna. Mas, para a direita, o dinheiro público não é para o povo – é para se manter no poder.
A batalha contra a manipulação eleitoral não será vencida apenas com operações policiais. É preciso:
✔ Financiamento público exclusivo de campanhas (acabar com doações empresariais).
✔ Regulação rígida das plataformas digitais para combater fake news.
✔ Controle social sobre licitações para evitar fraudes.
A direita não tem projeto para o país – só tem táticas para se perpetuar no poder. Cabe à esquerda desmascarar esse jogo e mostrar que a verdadeira democracia se faz com justiça social, não com teatro.
O Brasil merece mais que atores mentirosos. Merece políticos que trabalhem para o povo, e não para seus próprios bolsos.
Leia outras notícias em cubo.jor.br. Siga o Cubo no BlueSky, Instagram e Threads, também curta nossa página no Facebook e se inscreva em nossos canais, do Telegram e do Youtube. Envie informações e denúncias através do nosso e-mail.


Deixe um comentário