O dólar apresentou queda nesta terça-feira (25), em meio à repercussão da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) e à atenção dos investidores aos desdobramentos das tarifas comerciais impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
No cenário doméstico, o Copom destacou que a atividade econômica e o mercado de trabalho mantêm dinamismo, mas indicou sinais de uma moderação “incipiente” no ritmo de crescimento. O BC avalia que essa desaceleração é um “elemento necessário” para aliviar as pressões inflacionárias, que devem manter a inflação acima da meta pelo segundo ano consecutivo.
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Na última reunião, o Copom elevou a taxa Selic em 1 ponto percentual, para 14,25% ao ano, e sinalizou um novo aumento, porém de menor magnitude. O mercado projeta que os juros devem chegar a 15% ao ano.
No exterior, apesar da iminência da entrada em vigor das tarifas recíprocas na próxima semana, Trump indicou na segunda-feira (24) que poderá flexibilizar medidas para setores específicos e conceder descontos a “muitos países”.
Enquanto isso, o Ibovespa, principal índice da B3, operava em alta, refletindo o otimismo parcial dos investidores diante dos movimentos do BC e das negociações comerciais globais.
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