A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) foi reconduzida ao cargo de presidente do Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), instituição financeira dos Brics (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). A decisão contou com o aval do presidente russo, Vladimir Putin, cujo país era responsável pela indicação do próximo dirigente.
Dilma assumiu o comando do banco em abril de 2023, com mandato previsto para terminar em julho deste ano. No entanto, a Rússia apoiou a prorrogação de sua gestão, alegando que as sanções internacionais impostas ao país devido à guerra na Ucrânia poderiam dificultar a atuação de um representante russo à frente da instituição.
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Analistas avaliam que a permanência de Dilma no NBD representa um gesto político em direção ao Brasil. A expectativa é que Moscou possa indicar um nome para o cargo no futuro, quando as restrições econômicas forem amenizadas ou quando o conflito na Ucrânia estiver resolvido.
O banco, criado em 2014, tem como objetivo financiar projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos países-membros e em outras economias emergentes. A recondução de Dilma deve ser formalizada nas próximas semanas.
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