O rapper maranhense Gugs, conhecido por sua versatilidade musical e letras, apresenta seu mais recente trabalho:“Tega na Manteiga”, um projeto carregado de energia, dança e identidade cultural. Com influências do pagodão baiano, música jamaicana e maranhense, o EP chega como um convite para celebrar a liberdade e a diversão. Produzido pelo selo Coisa Nossa, o trabalho também conta com a colaboração visual de seu irmão Origes, renomado artista maranhense, que assina a arte da capa, trazendo um olhar único sobre a cultura local.
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O EP conta com três faixas inéditas, perfeitas para o clima do Carnaval:
“Baculejo”mistura o balanço do pagodão baiano com uma crítica social sobre a realidade das abordagens policiais. A faixa, que reflete sobre o termo popular no Maranhão para revistas suspeitas, traz uma mensagem de resistência, com a força e sabedoria das entidades espirituais locais. A música conta com colaborações de Marco Tadeu, Itaqui Sounds e O’Shoock, e produção de Diogo Nazareth.
“Papinho Gostoso” é uma colaboração entre Maranhão e Brasília, com a participação da cantora Enme e do rapper Heitor Valente. A faixa mistura o groove do pagodão baiano com o drill, criando um som contagiante, perfeito para a folia. Com uma letra que celebra a liberdade e a diversão, “Papinho Gostoso” promete ser um hit no Carnaval. Produção de Bm Ally e Heitor, gravada no estúdio Coisa Nossa.
“Nem Cabe Na Saia” encerra o EP com uma pegada dançante, unindo reggaeton, dancehall e a musicalidade maranhense. A faixa é um convite para se jogar na pista, com uma energia que não deixa ninguém parado.
“Tega na Manteiga” é a trilha sonora do Carnaval 2025, uma mistura de sonoridades e culturas que promete agitar as ruas e conquistar corações.
Disponível nas principais plataformas digitais, o EP é um manifesto de Gugs, unindo música, arte e identidade com uma pegada irresistível.
Sobre Gugs:
Desde 2009, o rapper, produtor musical e cultural maranhense Gugs está no universo do Hip-Hop escrevendo suas primeiras letras, versos e produzindo suas próprias bases. Criando assim, uma identidade própria com muita sonoridade e originalidade.
Inspirado pela música jamaicana e o Rap clássico da década de 90 e vertentes como o trap, drill, afrobeat, grime e UK Garage. Traz em seu trabalho o peso das suas vivências e a força da sua ancestralidade traduzindo os sons das ruas e carregando a diversidade, a multiculturalidade e o empoderamento bem como suas formas de representação no protagonismo negro.
Gugs é fundador do projeto cultural Batalha Na Praça, da gravadora Xila Rewind e do selo Coisa Nossa que impulsiona novos cantores da cena de São Luís, também é responsável pelas suas produções audiovisuais, dirigindo e editando seus próprios trabalhos, reconhecidos em festivais e mostras de cinema do Brasil.
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