Nesta quinta-feira (30), rodoviários e empresários do setor de transporte público da Grande São Luís reuniram-se pela quarta vez para discutir as cláusulas da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) para 2025. No entanto, as negociações não avançaram, e os trabalhadores seguem em estado de greve, com a possibilidade de uma paralisação iminente.
O encontro, proposto pelo Sindicato das Empresas de Transporte (SET), contou com a presença do presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão, Marcelo Brito, do vice-presidente, Carlos Ariston, além de advogados e diretores da entidade. A expectativa era que o SET apresentasse uma contraproposta que atendesse às reivindicações dos trabalhadores, mas, ao final da reunião, nenhuma nova oferta foi feita.
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Marcelo Brito, presidente do sindicato dos rodoviários, expressou frustração com a falta de avanços. Em um vídeo divulgado nas redes sociais, ele afirmou que os empresários mantiveram a proposta inicial, considerada “indecente” pelos trabalhadores, sem oferecer melhorias salariais ou condições mais justas. “Perguntamos se havia outra proposta, mas saímos sem nada. Estamos em estado de greve, e não sabemos qual será o dia da paralisação”, declarou Brito.
Os rodoviários reivindicam, entre outros pontos, o reajuste salarial na data-base, que reflete a inflação e o custo de vida. A categoria já autorizou a greve, e a decisão sobre uma possível paralisação será discutida em reunião com a diretoria e o jurídico do sindicato na próxima semana. Brito prometeu anunciar, a partir de segunda-feira, os próximos passos do movimento.
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