Uma mãe relatou, através de um áudio enviado por WhatsApp, a situação de desamparo enfrentada por sua filha, uma bebê com paralisia cerebral, no Hospital da Criança, em São Luís, Maranhão. A criança, que havia realizado um exame de fundo de olho no dia 16 de janeiro, começou a apresentar inflamação no local três dias após o procedimento. Na noite da segunda-feira, 27 de janeiro, o olho da bebê inchou e começou a sangrar, levando a mãe a buscar atendimento de emergência.
Ao chegar ao hospital, por volta das 23h, a mãe esperou por horas, mas, segundo ela, a equipe médica apenas prescreveu uma medicação que não foi administrada à criança. Ainda de acordo com o relato, os profissionais informaram que o hospital não contava com oftalmologista disponível e orientaram que a bebê fosse levada ao Hospital Renascença, onde o atendimento especializado só seria possível na manhã seguinte.
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Por mensagem, a mãe, visivelmente angustiada, desabafa: “Cheguei aqui com o olho da minha filha sangrando, e não tiveram nem coragem de passar a medicação. Minha filha nunca foi atendida. É um descaso tão grande”. A bebê, que já enfrenta os desafios da paralisia cerebral, permaneceu sem o tratamento adequado por horas, enquanto o sangramento no olho persistia.
O caso ocorre na capital maranhense, administrada pelo prefeito Eduardo Braide, e levanta questionamentos sobre a estrutura e a eficiência dos serviços de saúde pública voltados para casos de emergência, especialmente envolvendo crianças com condições especiais.
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