O Ministério Público decidiu pela impugnação da candidatura à prefeitura de Dulcinha, bem como das candidaturas dos vereadores vinculados ao partido União Brasil, em uma decisão que promete abalar o cenário político local.
A impugnação da candidatura de Dulcinha se deve a contas rejeitadas referentes a um convênio firmado com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Social (Sedes) em 2013. As irregularidades apontadas pelo Ministério Público levantam questões sobre a idoneidade da candidata e podem comprometer sua campanha para o cargo de prefeita.
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No mesmo desdobramento, as candidaturas dos vereadores também foram afetadas. O partido União Brasil enfrentou problemas similares, pois a candidata a vereadora Toinha do Denga não teria se filiado ao partido dentro do prazo legal exigido pela legislação eleitoral. Segundo as regras, a filiação partidária deveria ocorrer até o dia 15 de abril, o que não foi respeitado por Toinha.
Diante dessas questões, o União Brasil tem um prazo de três dias para substituir a candidata impugnada. Caso opte por manter Toinha do Denga na disputa, o partido corre o risco de ter o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) indeferido, o que resultaria na exclusão de todos os candidatos do partido da eleição.
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