Clínica São Francisco: Wilson Vieira Santos deixa Hospital de Santa Inês após tragédia e familiares buscam justiça

A tragédia começou a se desenrolar quando Wilson foi encaminhado ao Hospital Nina Rodrigues e, surpreendentemente, foi direcionado à Clínica São Francisco, onde passaria três meses com restrições severas de visitas.

Na terça-feira, 30 de janeiro, Wilson Vieira Santos, um pintor de 41 anos residente em Santa Inês-MA, deixou o Hospital de Santa Inês envolto em uma tragédia que abala sua família e lança luz sobre os desafios enfrentados por pacientes em hospitais psiquiátricos do Maranhão.

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A história de Wilson remonta a quase duas décadas, quando sua vida deu uma guinada sombria após desenvolver esquizofrenia após uma decepção amorosa. Enfrentando surtos e passando por diversas internações, Wilson sempre conseguiu manter uma vida controlada até recentemente.

A tragédia começou a se desenrolar quando Wilson foi encaminhado ao Hospital Nina Rodrigues e, surpreendentemente, foi direcionado à Clínica São Francisco, onde passaria três meses com restrições severas de visitas. Ao término desse período, a família foi convocada às pressas devido à piora do estado de saúde do pintor.

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Ao chegar ao hospital, a família de Wilson se deparou com uma cena chocante. O pintor apresentava um traumatismo craniano, hematomas por todo o corpo, a pele visivelmente queimada e marcas de botas nas costas. A explicação dada pela clínica – uma queda acidental durante a qual ele teria quebrado uma xícara – foi questionada diante da gravidade das lesões.

O estado de saúde de Wilson Santos era crítico, levando a Clínica São Francisco a recomendar seu encaminhamento urgente ao Hospital Socorrão 1. No entanto, ele já se encontrava em estado vegetativo, com poucas perspectivas de recuperação, deixando a família angustiada pela possibilidade iminente de óbito.

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Revoltados com o ocorrido, os familiares de Wilson buscam por justiça, contando com o apoio da Defensoria Pública e do Ministério Público do Maranhão. A intenção é expor o caso e responsabilizar os envolvidos por negligência e abuso.

Infelizmente, o caso de Wilson Vieira Santos não é isolado. Ele é mais um exemplo trágico de abusos, negligências e falta de transparência em hospitais psiquiátricos do Maranhão. Diante disso, torna-se imperativo que medidas sejam tomadas para investigar essas instituições, garantindo a segurança e o respeito aos direitos humanos daqueles que buscam tratamento nessas unidades.

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