Vereador Edson Gaguinho é preso por posse ilegal de arma, munições e medicamentos proibidos, além de crime ambiental em São Luís

Durante a operação, foram encontrados dois veados em sua propriedade que são protegidos por lei devido ao seu status de fauna silvestre.

Na manhã desta terça-feira (10), uma operação conjunta entre as autoridades locais e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) resultou na prisão do vereador Edson Gaguinho, em sua residência localizada no centro da cidade. As ações da operação visavam combater irregularidades diversas, mas a descoberta de itens ilegais na casa do vereador chamou a atenção das autoridades.

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Durante a busca realizada na casa de Edson Gaguinho, os agentes de segurança encontraram uma quantidade significativa de munições e uma arma de fogo de calibre restrito. Além disso, foram apreendidos medicamentos proibidos, cuja posse não estava devidamente justificada. A presença desses itens levou à prisão imediata do vereador, que foi conduzido para prestar depoimento na delegacia local.

De acordo com informações fornecidas por Alisson Imensato, coordenador geral de combate ao crime da PRF, as investigações resultaram em sete ocorrências distintas. “Dos medicamentos, eles eram proibidos e estavam em residências que foram verificadas e conduzidas para averiguação e inspeção porque não são medicamentos controlados”, explicou Imensato.

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Além das acusações relacionadas a posse ilegal de arma, munições e medicamentos proibidos, Edson Gaguinho também enfrenta acusações de crime ambiental. Durante a operação, foram encontrados dois veados em sua propriedade que são protegidos por lei devido ao seu status de fauna silvestre. Os animais foram prontamente resgatados pelas autoridades competentes e encaminhados para a sede do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

A situação legal do vereador se encontra agora nas mãos da justiça. Segundo a Lei nº 9.605, que dispõe sobre crimes contra o meio ambiente, Edson Gaguinho pode enfrentar uma pena de detenção de seis meses a um ano, além do pagamento de uma multa, caso seja condenado pelo crime ambiental. No entanto, sua possibilidade de ser liberado enquanto aguarda o desenrolar do processo fica sujeita ao pagamento de fiança, caso seja determinado pelo juiz responsável pelo caso.

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