Na manhã desta terça-feira (01), os trabalhadores do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) em São Luís protagonizaram uma paralisação de suas atividades em busca de reivindicar a reposição de perdas salariais dos últimos dois anos. A paralisação ocorre devido à exclusão da categoria do último aumento salarial concedido ao funcionalismo público ludovicense pelo prefeito Eduardo Braide.
De acordo com os manifestantes, as perdas salariais acumuladas chegam a 16,2% da composição salarial dos trabalhadores do Samu, o que representa uma significativa redução no poder de compra desses profissionais, que atuam na linha de frente do atendimento médico de emergência.
A ausência do reajuste nos vencimentos do Samu, enquanto outros setores do funcionalismo foram contemplados com o aumento, gerou indignação entre os trabalhadores, que destacam a importância e dedicação do serviço prestado à população de São Luís, especialmente em momentos críticos de saúde.
A paralisação tem como objetivo pressionar o prefeito Eduardo Braide a atender às reivindicações da categoria e promover uma negociação para a reposição das perdas salariais. Enquanto a situação não for resolvida, o atendimento emergencial à população ficará comprometido, o que levanta preocupações quanto ao impacto que a paralisação poderá ter na prestação de serviços de saúde no município.
A população de São Luís encontra-se em estado de alerta, uma vez que o Samu desempenha um papel fundamental na resposta rápida a emergências médicas e no socorro a vítimas de acidentes, sendo essencial para garantir um atendimento adequado e eficiente em situações de urgência.
O prefeito Eduardo Braide ainda não se pronunciou publicamente sobre as reivindicações dos trabalhadores do Samu. Enquanto isso, a categoria permanece mobilizada, aguardando uma resposta concreta e um diálogo aberto com o governo municipal para buscar uma solução para a questão salarial.
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