Virou costume. O Prefeito de São Luís, Eduardo Braide, entrou com uma ação na justiça contra os trabalhadores rodoviários, na tentativa de evitar a greve prevista para ocorrer no dia 16 de fevereiro.
Em vez de ir contra os empresários que querem mais dinheiro oferecendo um péssimo e lucrando a custa dos trabalhadores da Grande Ilha, o prefeito Eduardo Braide jogou novamente a justiça para cima dos rodoviários. A ação foi movida após a falta de acordo entre o Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Rodoviário do Estado do Maranhão (STTREMA), o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET) e a Prefeitura de São Luís.
O pedido foi concedido pelo Desembargador Luís Cosmo do TRT da 16ª Região, e determinou que 80% da frota de ônibus circule na cidade durante a greve, com base na Portaria n° 090/2021, que estabelece uma frota programada de 708 veículos.
Com essa decisão, os rodoviários terão que manter em circulação 566 veículos. E todo mundo que usa o transporte público de São Luís sabe muito bem que esse é o valor real da frota que circula na cidade. A decisão muda no cotidiano, somente beneficiar os empresários parasitas.
O movimento grevista permanece em vigor, o que significa que a comunidade de São Luís enfrentará as ramificações da interrupção do transporte público. É essencial ressaltar que a greve é uma maneira válida de fazer pressão às empresas e às autoridades responsáveis para que atendam às demandas dos trabalhadores, que frequentemente batalham por melhores condições de trabalho e remuneração adequada.


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