Somente Eliziane Gama assinou pela criação da CPI do MEC

A CPI tem o objetivo de investigar a atuação de pastores que teriam cobrado pagamento de propina por prefeitos para liberação de recursos da educação.

Diante da polémica que virou o Ministério da Educação (MEC), envolvendo vários casos de corrupção tendo até mesmo pastor pedindo um quilo de outro, dois senadores preferiram não votar pela criação de uma CPI do MEC.

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Dos três senadores, somente a senadora Eliziane Gama (Cidadania) defendeu a criação da CPI do MEC, que tem o objetivo de investigar a atuação de pastores que teriam cobrado pagamento de propina por prefeitos para liberação de recursos da educação.

Enquanto isso, o senador bolsonarista Roberto Rocha (PTB) não assinou o requerimento de Randolfe Rodriues (Rede-AP) para abertura da CPI do MEC. O senador e pré-candidato a governador do Maranhão, Weverton Rocha (PDT), que havia colocado o seu nome na lista para assinatura, mandou retirar.

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“Há um fato determinado e pairam dezenas de dúvidas sobre negócios e possíveis esquemas ilícitos na condução do MEC. O papel do congresso nacional é também fiscalizar as ações do executivo, por isso não só apoiamos a CPI do MEC como lutaremos para que ela seja instalada”

afirmou a senadora Eliziane Gama.

Com informações do Blog de Zeca Soares

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