Caso Vavá: Falta de medicamentos e de compreensão levaram ao desaparecimento de adolescente

Quase um ano depois, ninguém da família sabe onde o menino está.

A violência no nordeste são frequentes e presentes em todos o níveis  da sociedade. Mas o problema mais crítico é no Estado do Maranhão, onde atrocidades tem acontecidos e acontece com muita frequência.

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Um exemplo dessa violência foi o que aconteceu com o adolescente Jose Vandeilson Sivina de Sousa, conhecido como Vavá, que foi vitima de várias formas de violência e discriminação da parte dos órgãos públicos municipais  que tinha o dever e  obrigação de proteger ele e seus direitos se tratando de um menor com deficiência.

Desafortunadamente, esses órgãos municipais fizeram tudo ao contrario do que deveria fazer. Veja, a violência que esse rapaz vem sofrendo. Violência essa por falta de remédio e tratamento adequado.  A rejeição e discriminação se agrava  de tal forma que a falta de um tratamento clínico adequado, dificultou cada vez mais o retorno à normalidade. Nesse panorama, constitui-se uma verdadeira trama espúria, com a intenção de afastar aquela pessoa da sociedade. Mas com um agravante inaceitável: Pelo apoio, coordenação e financiamento do Estado.

Os serviços Tutelar da Criança do Adolescente do  Município de Alto Alegre do Maranhão, cuja função institucional seria a proteção da criança e do adolescente, fazendo cumprir o tão festejado Estatuto da Criança do Adolescente (ECA), fez exatamente o contrário. Segundo relatos da família, o garoto estava passando por uma crise por falta de medicamentos e suas repercussões em seu comportamento e saúde. Os conselheiros tutelares foram até sua residência, ordenaram aos familiares que saíssem de casa e, à força, retiraram o menino de sua casa as escondidas de todos os familiares fizerem isso sem comunicar a família de Vavá.

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Quase um ano depois, ninguém da família sabe onde o menino está. O menino se tornou um homem longe de casa, porque hoje José já é maior de idade. É um truque cruel e inadmissível que desencadeia um comportamento verdadeiramente marginal de quem o pratica, contrário à lei e a qualquer definição mínima de Humanidade. O destino do menino, nas mãos de Deus, na esperança de um reencontro da família. Ao poder público, a Justiça implacável. Nesse ínterim, o público deve questionar e não se calar: até quando?

Com informações do www.verbatimetliteraim.com

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