Na cidade de Estreito, interior do Maranhão, uma grávida acabou perdendo seu bebé por causa da falta de atendimento na rede de saúde municipal. Conforme a denuncia, a mulher entrou em trabalho de parto e procurou imediatamente o hospital de municipal de Estreito. A mulher acabou indo duas vezes e nas duas vezes foi mandada de volta para casa.
Quando não sentiu mais o bebê dentro da sua barriga se mexer, voltou ao hospital quando foi atendida por um médico, que, através de um ultrassom, constatou que a criança acabou morreu dentro da barriga da mãe.
Com o falecimento do bebé, a família teve que ir para Imperatriz para aguarda a retirada da criança. O município de Estreito está sendo administrado pelo Prefeito Léo Cunha, tendo como secretário de Saúde, Lorraine Brito.
Não é o primeiro caso de problema relacionado a saúde e administração da gestão da prefeitura de Estreito. Em 18 de maio, um homem, chamado de Mical Lima Sampaio, estaria exercendo a função de médico no Hospital Municipal de Estreito de forma ilegal, administrada pela Prefeito de Estreito, Léo Cunha (PL).
Com informações do Blog Me Informo.


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