Nesta terça-feira (20), o estado do Maranhão entrou em uma nova fase do combate contra a covid-19. O Governador do Maranhão, Flávio Dino (PSB) anunciou novas medidas onde diminui drasticamente as restrições imposta para conter o coronavírus.
A flexibilização das medidas teve relação com o avanço da vacinação no Maranhão, conforme argumentou o Governo Estadual. Porém, mesmo com uma avanço na vacinação, o estado do Maranhão só vacinou 37,69% da população com a primeira dose. A situação fica pior quando comparado a segunda dose, somente 12,06% voltaram para se vacinar, conforme mostra os dados divulgado pelo G1.
Com a flexibilização, as pessoas começam a agir como se a pandemia estivesse controlada ou até mesmo não tenha mais um vírus mortal. Provoca uma sensação falsa de normalidade, aumentando a possibilidade de aumentar o contagio ou até mesmo criação de novas cepas do vírus.
Em Israel, onde teve uma campanha acelerada de vacinação, em junho, estava optando em voltar as restrições para conter o avanço da variante indiana no país. A situação mesmo mais controlada do que no Maranhão, o governo entendeu que existe uma necessidade para controlar ainda a covid-19, sendo que o país já está vacinando adolescentes. Aqui no Maranhão, poucas cidades estão avançadas na vacinação e diminui ainda mais em relação a segunda dose.
No último final de semana, um “rolê” movimentado pelas redes sociais acabou gerando uma aglomeração na Avenida Litorânea, mostrando que ainda não é hora para uma maior flexibilização. Muito estavam sem máscara e ainda usando drogas, além da presença de menores de idade, como muito reclamaram nas redes sociais.
A situação do Maranhão não está das piores em comparação aos outros estados do Brasil. Porém, ainda não é hora de está “vacilando” com a doença que já matou várias pessoas.


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