A Justiça Federal bloqueou R$ 1,5 milhões e decretou a quebra do sigilo telefônico de Raimundo Jovita, ex-prefeito de Esperantinópolis. Raimundo Jovita é acusado de suposto desvio de recursos público referente a um convênio firmado com a Fundação Nacional de Saúde (FUNASA).
O Ministério Público Federal entrou, em 30 de maio de 2020, com uma ação na Justiça Federal contra o ex-prefeito de Esperantinópolis, Raimundo Jovita, acusando-o de suposto desvio de recursos públicos referente a um convênio firmado com a FUNASA.
De acordo com a Ação, a FUNASA celebrou, em 21 de dezembro 2011, o Termo de Compromisso nº TC/PAC – 0485/2011 (SIAFI nº 668800) com o Município de Esperantinópolis, representado à época pelo ex-Prefeito Mário Jorge Silva Carneiro, comprometendo-se a repassar R$ 1.231.775,03 para a construção de sistemas de abastecimento de água na zona rural daquele município, nos povoados Anajás, Castelinho, Serra do Diolindo, Serraria e Centrão.
Afirma que o ex-Prefeito Raimundo Jovita repassou a quantia de R$ 381.733,38 à empresa BATALHA CONSTRUCOES LTDA – ME, administrada por Helio de Jesus Batalha, a título de pagamento pela execução da 2ª etapa da obra. Destacou que a medição realizada pela FUNASA constatou a inexecução da referida etapa.
Com informações do Minuto Barra.


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