A narrativa proposta de que a ONU esteja impondo o aborto é completamente falsa, pois discutir sobre o assunto não levará a imposição do mesmo.
Está sendo compartilhado nas redes sociais, que a Comissão de População e Desenvolvimento da Organização das Nações Unidas alega definir as prioridades para o uso de fundos arrecadados para contenção dos danos sociais provocados pela pandemia de coronavírus. Entre as prioridades elencadas pela instituição, seria promover o aborto, o controle populacional, a doutrinação de gênero e a engenharia social em escala mundial.
É FALSO
Existe um distorcimento dos fatos relatados. Primeiramente, a ONU não estar impondo o aborto. Conforme as informações compartilhadas, a reunião desenvolvida pela Comissão de População e Desenvolvimento pretende discutir o acesso ao aborto legal e seguro para mulheres e adolescentes, sobre o acesso a preservativos e contraceptivos e a educação sexual abrangente em todas as idades.
A narrativa proposta de que a ONU esteja impondo o aborto é completamente falsa, pois discutir sobre o assunto não levará a imposição do mesmo. Embora facilitar o acesso a aborto legal esteja em pauta, não configura a imposição, pois a mulher continuaria livre em escolher ter um filho ou não, só que por meio legais. Em questão ao acesso ao preservativo, isso faria ter um controle melhor da natalidade e das gravidez indesejadas, questão muito presente dentro da fase da adolescência, prejudicando não somente o desenvolvimento do novo ser humano, mas também os pais que estão despreparados.
A questão da educação sexual é fundamental no combate a LGBTfobia, que no ranking mundial, o Brasil é um dos que mais matar LGBT por ser LGBT. A página que compartilha essa fake news se auto intitula um movimento conservador. Distorcendo os fatos, o site busca a desinformação sobre o tema para assim manter o preconceito sobre o assunto.


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