A desinformação também foi compartilhada pela Deputada Carla Zambelli (PSL-SP) em sua conta no twitter.
Está sendo compartilhado nas redes sociais a informação de aconteceu na Argentina protestos contra o Governo do Presidente do país, Alberto Fernández, que é do Partido Justicialista. O Presidente da Argentina tem relações tensas com o Presidente Bolsonaro, que acabou recusando a ir à sua posse.
É falso
A informação primeiramente foi compartilhada pelo jornalista Rodrigo Constantino através de sua conta do twitter. Afirmando que “parece que los hermanos não querem seguir no ritmo venezuelano mais”. Porém, o conteúdo compartilhado é da época da campanha eleitoral de Macri, quando os argentinos foram as ruas vestidos a camisa da seleção. O jornalista depois que foi pego mentindo, a postagem no Twitter.
A desinformação também foi compartilhada pela Deputada Carla Zambelli (PSL-SP) em sua conta no twitter. A deputada afirmou que a manifestação era contra a “política estatização do país”. “O povo argentino foi às ruas e protestou por meio de panelaço contra a política de estatização iniciada pelo Presidente Alberto Fernàndez, poste de Cristina Kirchner, sua vice e amiga de Lula”, afirmou Carla Zambelli.
A Deputada Federal Carla Zambelli está sendo investigada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por receber informações sigilosas da Polícia Federal. “Trata-se de representação protocolada pela deputada Federal Joice Cristina Hasselmann em desfavor da deputada federal Carla Zambelli Salgado, relatando representação por abertura de procedimento investigatório criminal -PIC, diante do vazamento de informações sigilosas sobre operações policiais deflagradas, no estado do Rio de Janeiro, noticiados, antecipadamente, pela deputada Federal Carla Zambelli Salgado (PSL-SP)”, afirma a PGR, em nota.
A deputada também está envolvida na polemica de tentativa de corrupção envolvendo o ex-Ministro Sérgio Moro. Durante conversas divulgadas por Moro e confirmadas por Carla Zambelli e o Presidente Bolsonaro, a deputada oferecia o cargo de Ministro do Tribunal Superior Federal para que Moro continuasse no cargo de Ministro e aceitasse que Jair Bolsonaro manipulasse as nomeações da Polícia Federal do Rio de Janeiro.


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