Em Camarões, cinco ativistas LGBT foram condenados a retornar à prisão para exames anais. A polícia prendeu por trabalharem para a organização de direitos humanos HIV e LGBT+ Avenir Jeune de I’Quest em abril.
Os ativistas foram libertados depois que seu advogado argumentou que sua saúde mental seria prejudicada. Organizações, incluindo Global Fund. reuniram-se para conseguir que o advogado Jatan Ndongo negociasse a libertação deles.
A prática é descrita como uma forma de tortura pelas Nações Unidas. Camaraões é considerado um dos piores lugares do mundo para as pessoas LGBT, pois enfrentam prisões, violência, assaltos e assassinatos. Além de ser presas por serem homossexuais e pegar penas de até cinco anos.
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