Assassinatos de LGBTs crescem em 2017

Uma pesquisa feita pelo Grupo Gay da Bahia registrou um aumento de 30% nos homicídios de LGBTs em 2017, passando de 343 para 445. Há 38 anos, o Grupo coleta estatísticas sobre assassinatos de homossexuais e transgêneros no país. Conforme as agências internacionais de direitos humanos, no Brasil, matam-se mais homossexuais do que nos país…

Uma pesquisa feita pelo Grupo Gay da Bahia registrou um aumento de 30% nos homicídios de LGBTs em 2017, passando de 343 para 445. Há 38 anos, o Grupo coleta estatísticas sobre assassinatos de homossexuais e transgêneros no país.

Conforme as agências internacionais de direitos humanos, no Brasil, matam-se mais homossexuais do que nos país do Oriente e África onde há pena de morte contra os LGBTs.

Segundo um levantamento feito pela Globo, a cada 19 horas um LGBT é assassinado ou se suicida vítima da LGBTfóbia, o que faz do Brasil o campeão mundial desse tipo de crime. As causas das mortes, 30,8% são por armas de fogos e 25,2% por armas brancas cortantes.

Os casos geralmente são em via públicas (56%) mas 37% ocorrem na casa das vítimas. Os casos geralmente ficam sem punição, a cada quatro homicídios, o criminoso foi identificado em menos de 25% das vezes e menos de 10% das ocorrências resultaram em aberturas de processos e punição dos assassinos.

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