Em delação, o operador financeiro Lúcio Funaro disse em depoimento Procuradoria-Geral da República que repassou R$ 1 milhão para ex-deputado Eduardo Cunha subornar deputados para votar a favor do impeachment de Dilma Rousseff, em 2016.
“Ele me pergunta se eu tinha disponibilidade de dinheiro, que ele pudesse ter algum recurso disponível para comprar algum voto ali favorável ao impeachment da Dilma. E eu falei que ele podia contar com até R$ 1 milhão e que eu liquifaria isso para ele em duas semanas no máximo”, disse Lúcio Funaro.
A Câmara aprovou a instauração do processo de impeachment com 367 votos favoráveis. O relator ainda citou o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE), que mesmo sendo subornado, faltou à sessão de votação do impeachment.

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